Corretor, o motor da indústria de seguros
4 de outubro de 2016
Corretor, o motor da indústria de seguros
Corretor, o motor da indústria de seguros
Em todo o país são mais de 60 mil corretores de seguros pessoas físicas, mais de 33,5 mil pessoas jurídicas. Principal canal de distribuição de seguros, cada vez mais seguradoras, operadoras e prestadoras de serviços apostam na consultoria desses profissionais para o crescimento do mercado segurador brasileiro.
"Diante da grande oferta de soluções pelas seguradoras, não faltam opções para que o corretor possa atuar como um consultor multiproduto. Os corretores podem ampliar seus ganhos ao explorar ao máximo o potencial de consumo do cliente, oferecendo produtos que efetivamente atendam às suas necessidades.
No caso da Tokio Marine, os parceiros que apresentam o melhor mix de produtos invariavelmente possuem o melhor resultado e, consequentemente, acumulam mais pontos no Programa Nosso Corretor, resgatam prêmios e reforçam o relacionamento com a companhia.
E para que os corretores diversifiquem a sua carteira, a palavra-chave é conhecimento. A partir do momento em que eles estudam os perfis dos consumidores e conhecem a fundo as carteiras de produtos pessoa física e pessoa jurídica que oferecemos, podem fazer ofertas e vendas compatíveis com as reais necessidades de seus clientes.
É por essa razão que investimos tanto em capacitação, já que quanto mais treinada e especializada for sua equipe, mais o corretor irá aproveitar as oportunidades de negócios e diversificar a carteira”, João Luiz de Lima, diretor comercial nacional varejo da Tokio Marine
Consultor
"O trabalho de consultoria dos corretores é fundamental tanto para a diversificação das carteiras quanto para o próprio crescimento do mercado de seguros. Quando o parceiro compreende com profundidade os produtos da companhia e o negócio do segurado, torna possível o oferecimento de proteções sob medida para riscos novos e antigos, com ótima relação entre custos e benefícios.
Este tipo de postura faz com que todos ganhem: o segurado, o parceiro comercial e a seguradora. E a Chubb é particularmente contemplada por essa característica em seus parceiros, pois está sempre criando novas soluções para o mercado de seguros.
A postura de consultor já não é algo praticado apenas pelos parceiros visionários, pois isso se tornou uma necessidade de mercado. A Chubb, em especial, está sempre apoiando o parceiro que busca desenvolver esta característica, a partir de produtos, serviços, treinamentos e disponibilidade de sua equipe técnica, comercial e de instrumentos de marketing", Luiz Antonio da Fonseca, vice-presidente de Distribuição da Chubb
Redução de custos
"Já não há mais espaço para o ‘especialista em automóvel’, o ‘especialista em empresariais’ ou qualquer outra atuação de nicho. O corretor deve conhecer os produtos disponíveis no mercado que sejam adequados ao perfil de seus segurados. Com isso, ele deve iniciar o processo chamado de cross selling. Por que fazer apenas a renovação do automóvel pessoal de um segurado que é um microempresário, por exemplo?
Ao longo da história, diversos levantamentos demonstram que o custo para conquistar um novo cliente pode ser até sete vezes superior ao de manter um cliente que já esteja em sua base, sem contar que quanto mais o segurado tiver produtos contratados sob sua consultoria, mais fiel ele será a você e menos aberto à concorrência.
Em períodos como o atual, em que está cada vez mais difícil manter ou fechar negócios, somos muito mais procurados pelos parceiros em busca de soluções para que seus faturamentos não fiquem comprometidos. Por conta disso, muitos corretores não estão com as atenções voltadas para a crise, mas sim, para as oportunidades que uma diversificação do portfólio possa vir a oferecer", Farid Eid Filho, CUO (Chief Underwriting Officer) da Sompo Seguros
Atendimento personalizado
"Na era da informação que estamos vivendo, os consumidores têm acesso a tudo e pesquisam cada vez mais. Eles pesquisam sobre as coberturas, se informam sobre elas, pesquisam preços e conferem a solidez e a qualidade de prestações de serviços das seguradoras. Assim, se o corretor não estiver bem preparado e não demonstrar interesse em conhecer cada um de seus clientes de forma atenciosa, ele corre o risco de frustrá-los em sua oferta de seguro, seja na conquista de um seguro novo ou na renovação.
Esse desafio da busca da individualização do atendimento pelos corretores talvez seja o maior. Por outro lado, ele terá que administrar sua corretora sempre buscando ganhos de produtividade e escala. Assim, tentar aumentar os índices de penetração de produtos em seus clientes sempre maximiza suas margens, pois melhora sua eficiência.
O corretor precisa de preparação, planejamento, empreendedorismo e trabalho duro para se sobressair no mercado. Oferecer um novo produto sempre que possível, sem ser exagerado ou inconveniente. Identificar como e abordar cada cliente da forma que cada um prefira", Fabio Leme, diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros
Relacionamento
"A nossa região trabalha com poucos corretores em clientes, pois a quase totalidade de nossas vendas são diretas e os poucos corretores que temos cadastrados fazem pouca ou nenhuma ação em nossos clientes comum.
Falta o corretor ter mais profissionalização e entender que o cliente é tanto dele como da operadora e da seguradora, e que ambos têm responsabilidade pelo maior patrimônio da relação: o cliente", Tânia Infante, gerente de Relacionamento Corporativo da Plena Saúde
Qualificação
"O canal de vendas tem sofrido o impacto da crise econômica, o que o levou a diversificar a carteira. Para esses profissionais, a Amil oferece um amplo portfólio de soluções customizadas para cada perfil de cliente, com alternativas para todos os níveis hierárquicos e portes de empresa, de produtos regionais até aqueles considerados premium.
Podemos verificar uma ampliação do número de profissionais que atuam com os produtos da Amil, inclusive com a adesão de corretores de outras regiões do país. A estratégia de aproximação com esse canal permite à Amil aprofundar o conhecimento sobre as demandas dos clientes, fazendo com que a empresa desenvolva soluções cada vez mais customizadas e inovadoras, considerando fatores como qualidade da assistência, rede de atendimento, racionalização de custos, gestão de saúde etc.
É preciso dar continuidade às iniciativas já implementadas, como o relacionamento mais próximo com o canal de vendas, a oferta de produtos customizados e inovadores e o fortalecimento da formação profissional dos corretores", Cassio Zandoná, diretor Comercial da Amil
Atenção às tendências
"O corretor é um elo fundamental da nossa cadeia de valor. Eles têm um papel muito importante na educação sobre a importância do seguro, especialmente em um país como o Brasil, onde boa parte da população não contrata seguros.
A compra de um seguro é complexa, por isso, muitas vezes o cliente fica inseguro se está fazendo a melhor escolha, por isso, a presença e atuação do corretor são tão importantes. Ele tem a função de assessorar o cliente neste processo, apresentando as melhores soluções para suas necessidades e esclarecendo dúvidas, sendo a principal interface com a seguradora.
O corretor de hoje precisa estar atento às tendências, novas tecnologias, novidades do mercado, segmentos em expansão e etc. Neste momento econômico, uma alternativa é a diversificação, em que o corretor pode buscar novas oportunidades de negócios que muitas vezes estão dentro da sua própria carteira de clientes.
Pesquisas indicam que a falta de entendimento sobre seguros é o que
mais afasta os clientes. Nós acreditamos que é fundamental que exista um esforço coletivo do mercado segurador para traduzir melhor seus produtos para os consumidores finais", Helen Eles, superintendente de Marketing de Produtos e Canais da Liberty Seguros
Profissional relevante
"A consultoria dos corretores é fundamental para entender a necessidade dos clientes e nos ajudar no processo de melhoria contínua. Construímos um canal de relacionamento que nos dá feedbacks diários sobre nossa atuação. É essa relação próxima e transparente entre corretor e companhia que impulsiona a diversificação da carteira.
É evidente que a relevância do profissional de seguros cresceu nas últimas décadas. Boa parte desse processo se deve à profissionalização do corretor de seguros, que passou a buscar mais treinamentos sobre os produtos que oferta e entender bem o cliente de sua carteira.
O corretor exerce uma função consultiva e até mesmo de orientação para seus clientes, ele chegou a um novo patamar profissional e isso aconteceu junto a toda indústria de seguros. O mercado segurador se fortaleceu e, para os próximos anos, acreditamos que as ferramentas e a tecnologia de forma geral ajudarão o corretor a ampliar sua atuação.
Na MetLife, temos essa preocupação de criar um ambiente sólido de negócios, não só por meio de ferramentas de trabalho, mas também de ciclo de aperfeiçoamento do corretor. Com esses fatores combinados, o mercado de seguros tende a se expandir ainda mais, fortalecendo as relações entre clientes, corretores e seguradoras", Durvalice Fontana, gerente regional para Norte e Nordeste da MetLife no Brasil
Elo de qualidade e confiança
"O trabalho do corretor é essencial para a diversificação da carteira. A partir do momento que ele possui conhecimento do que podemos oferecer e quais são nossos diferenciais, ele pode utilizá-los como estratégia de venda e trazer mais negócio para a companhia justamente apresentando essas informações ao segurado, que se sentirá mais tranquilo e confiante.
A expansão do mercado se dará pelo elo de qualidade e confiança entre o corretor e o segurado mediante a expertise técnica apresentada. O que nós como companhia parceira podemos fazer é investir em desenvolvimento do conhecimento destes parceiros e auxiliá-los a avaliar o risco e propor melhorias, a fim de buscar um equilíbrio do custo do seguro.
Este será um movimento de mercado, onde corretor, segurado e seguradora trabalharão juntos para suprir as necessidades existentes, sendo elas novas ou não. E nossas ações estão voltadas a auxiliar o corretor de seguros a ser um consultor, garantindo conhecimento técnico dos produtos que oferecemos e dos diferenciais de nossos serviços", Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros
Motivação
"O papel do corretor de seguros vem se aprimorando ao longo dos anos e o profissional se tornou um consultor pronto para compreender as necessidades dos clientes. O corretor entende que um cliente pessoa física pode também ter uma empresa, filhos e etc., e hoje ele tem facilidade em identificar novas oportunidades de negócio, especialmente em setores que vem apresentando expansão, como o de pequenas e médias empresas.
O mercado de seguros passa por um interessante ciclo de crescimento, e isso se deve em boa parte ao corretor. Quanto mais ele compreende as necessidades de proteção do cliente, maior é a aderência e, consequentemente, a produção dele. Para isso, o segredo é formação e informação. Um profissional que busca capacitar-se e, para isso, ele pode contar com a seguradora, e está sempre antenado tem muito mais chances de aproveitar as diversas oportunidades de crescimento que o setor oferece.
Nós temos visto o corretor cada vez mais motivado a diversificar sua carteira, pois percebe que tem resultados melhores tanto em termos de produção quanto em termos de fidelização do cliente, e nossa estratégia de capacitação e suporte ao corretor que busca expandir sua base de atuação tem sido muito bem-sucedida", Matias Ávila, vice-presidente Comercial da SulAmérica
Profissionais capacitados
"Cada vez mais o consumidor, seja pessoa física ou jurídica, lida com o seguro no seu dia a dia, e os corretores estão habilitados e capacitados a analisarem o estágio do ciclo de vida do cliente, pessoas e empresas, oferecendo a eles as melhores opções para cada um. O seguro tem essa função de proteção que permite ao segurado fazer novos planos e direcionar seus investimentos para novos projetos que acredita que contribuirão para o seu crescimento.
E isso só se viabiliza por corretores preparados para exercer o papel de consultores dos segurados. O Grupo Bradesco Seguros, ressaltamos, tem direcionado investimentos para a atualização constante de sua equipe de vendas, de seus corretores e é pioneiro na oferta de novos produtos e serviços capazes de garantir mais que o crescimento a sustentabilidade do mercado.
O conhecimento dos clientes – aliado à nossa atuação multilinha – é uma importante ferramenta que tem dado resultados e com o qual contribuímos para o crescimento do mercado em bases sólidas, e com a credibilidade de mais de 60 anos de atuação em seguros, fator fundamental para a confiança dos segurados e a certeza de proteção, por meio das apólices, de seus bens materiais e o mais importante deles, a vida", Marco Antonio Gonçalves, diretor Geral da Organização de Vendas do grupo Bradesco Seguros
Compreensão de necessidades
"Tudo começa nas mãos e nas competências dos corretores em transformar a necessidade de um prospect em um cliente Ameplan, inclusive na melhor opção dentro das diversas opções que eles têm com nossos produtos. Não é uma mudança que dependa de altos investimento em mídia ou de mudanças em comissões, mas uma mudança por convencimento e garantias da entrega do produto.
Desta forma, os primeiros nos exigem mais porque temos que vender a instituição, o produto e a qualidade do serviço. O crescimento é linear.
Entretanto, na medida em que os primeiros vão experimentando e se convencendo desta ótima relação custo x benefício, o crescimento passa a ser exponencial.
Para que de fato o corretor seja um consultor, esta mudança não está exclusivamente nas mãos da operadora; trata-se de uma mudança cultural e, neste caso, deve haver uma mudança holística, envolvendo todos os atores presentes neste serviço. O histórico do comportamento comercial das operadoras contribuiu, e muito, para a desorganização da atividade. Com a consolidação do segmento esta será, obrigatoriamente, uma mudança positiva", Laureci Zeviani, diretor comercial da Ameplan
Conhecimento de mercado
"Nós sempre falamos muito do cross selling, porém, ele ainda não é feito. A especialização do corretor em conhecer novos ramos, novos negócios, é muito importante. Há certo comodismo por parte de alguns corretores em relação à sua carteira, muitos focam mais na de automóvel, outros se especializam em outros ramos e, mesmo assim, não buscam outras carteiras.
Falta aos corretores conhecerem mais, o mercado ainda é muito carente de profissionais capacitados. Assim, por não terem capacidade técnica para atenderem todas as necessidades de seus clientes, eles acabam perdendo oportunidades para outros corretores.
Nossa única distribuição é por corretores e nós buscamos sempre dar treinamentos para eles. Também estamos cada vez mais fazendo parcerias com as assessorias, um ótimo canal de distribuição para nós, pois cada uma delas tem sua grade de corretores e, dessa forma, nós conseguimos capilarizar a operação e atingir mais corretores. Ao invés de investir em mais escritórios próprios, temos abraçado a causa das assessorias e estamos fechando novas parcerias", João Carlos Canuto Inojosa, diretor Comercial da Excelsior Seguros
Venda consultiva em saúde
"Cada vez mais temos estimulado e difundido para o corretor, nos mais diversos canais, a importância da diversificação de sua carteira. Para isso, trabalhamos em duas frentes: aumento do nosso portfólio de produtos para pequenas até grandes empresas, e também estimulando a venda de produtos individuais, o que para o corretor de seguros é uma oportunidade para melhorar a sua performance e aumentar a sua receita pelo mix de produtos que possa ofertar.
Nós temos observado cada vez mais o aumento da parceria dos corretores conosco, a nossa equipe comercial está apta para dar todo o suporte para eles, e temos notado que cada vez mais eles têm praticado uma venda consultiva, até porque o nosso negócio é ofertar. E se a oferta gera negócio, efetivamente a consultoria por parte dos corretores está sendo muito certeira.
Isso é uma cadeia que começa pela elaboração de amplos produtos por parte das operadoras, por parte do corretor em ampliar a oferta para seus clientes e também buscar canais que por ventura possa atuar. A consequência é o crescimento do mercado em todas as suas verticais", Carlos Rogoginsky, diretor Comercial do Grupo OdontoPrev
Prestação de serviços
"Nós estamos conseguindo êxito na diversificação das carteiras de alguns corretores, que na crise estão em busca de mercados menos afetados, muitas vezes em ramos diferentes de sua atuação convencional.
Nós estamos investindo no desenvolvimento de novas plataformas tecnológicas e mecanismos operacionais para agilizar e facilitar o trabalho do corretor, para que o mesmo tenha acesso a informações de imediato para dar suporte no processo de prospecção e efetivação do negócio", Fabiana Resende, diretora Executiva do PASI
Proteção essencial
"Cada vez mais, o corretor precisa atuar como um consultor em seguros, sempre visando oferecer aos seus clientes os produtos mais adequados às suas necessidades. Na atual conjuntura econômica que o Brasil se encontra, é fundamental que não haja negócios perdidos. E a Ituran atua possibilitando aos nossos corretores de seguros parceiros ofertar aos seus clientes um excelente produto de seguro, que encaixa perfeitamente com o que ele pode pagar, sem que abra mão da cobertura principal de perda total decorrente roubo e furto.
Como em qualquer outro segmento do mercado, um consultor em seguros é um profissional que precisa ter uma atitude voltada ao cliente, enxergando as melhores soluções que se encaixem com a condição e perfil atual do seu segurado. É preciso ter conhecimento aprofundado de cada produto da sua corretora para que possa ofertar a melhor opção, sem dar chances para que o cliente saia da corretora sem ter finalizado a compra do seguro.
Neste sentido, o Ituran com Seguro faz este papel muito bem, possibilitando converter vendas que estariam perdidas por conta de prêmios elevados das seguradoras tradicionais, nos casos em que o segurado possui um perfil de risco elevado para a seguradora", Roberto Posternak, diretor Comercial da Ituran
Facilitadores para os negócios
"Os corretores são os maiores responsáveis pelo sucesso do nosso negócio. Entendemos que a melhor forma de alavancarmos essa parceria é darmos condições para eles venderem, oferecendo serviços com apelo para o segurado, ferramentas que agilizem seu trabalho, acompanhamento e principalmente ser solução para ele, e não um problema.
Assim, potencializamos não apenas o nosso negócio, mas a parceria com o corretor de seguros que nos representa. Nós entendemos que o corretor tem evoluído muito, ele se profissionalizou, atualizou-se e cada vez mais contribui para a indústria de seguros", Eduardo Borges, diretor de Serviços e Comercial da Autoglass.
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O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.

Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial.

A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1. Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1

O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.

