Diretora do PASI realiza palestra sobre a evolução do mercado de seguros coletivos no ramo vida
7 de junho de 2019
Diretora do PASI realiza palestra sobre a evolução do mercado de seguros coletivos no ramo vida
Diretora do PASI realiza palestra sobre a evolução do mercado de seguros coletivos no ramo vida

A diretora Executiva do PASI, Fabiana Resende, participou de evento realizado pelo Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), nesta terça-feira (25), no qual foi debatida a evolução do mercado de seguros coletivos no ramo vida.
Na ocasião, a executiva explicou que o PASI é um seguro de vida em grupo que nasceu com o propósito de amparar trabalhadores e empresas e levar o seguro para as classes não favorecidas que não tinham acesso a esses tipos de cobertura. “Em 1989, quando o PASI foi criado, não existia o seguro de vida ou qualquer outro benefício de Convenção Coletiva de Trabalho. Muita gente se engana e acha que o PASI nasceu para atender as Convenções Coletivas de Trabalho, mas na verdade o PASI acabou criando esse nicho, ao desenvolver uma logística para massificar a distribuição do nosso produto para quem não tinha acesso”, assinalou, acrescentando ainda que, hoje, todos os benefícios e seguros vinculados a convenções são decorrentes daquela iniciativa do PASI de convencionar esse produtos.
Fabiana Resende fez ainda um relato sobre o desenvolvimento dos sindicatos no país, especialmente no que se refere à oferta de benefícios para os trabalhadores que representam.
Nesse contexto, apontou alguns problemas, como o mercado monopolizado, através do qual o sindicato, via convenção coletiva, trouxe obrigação de contratação de produtos não regulamentados, ou até mesmo para um meio que não é do mercado de seguros, como clínicas, cartão de desconto, tendo uma substituição de seguros por soluções que não necessariamente fazem o que um seguro de saúde faria.
Para ela, isso pode ficar ainda pior com o surgimento de “seguros piratas”, o que tem acontecido no país inteiro, com nomes diferentes, modelos diferentes, criando esses benefícios para gerar receita aos sindicatos. “Eles não se colocam como seguros nem soluções, sem vínculos com a Susep, mudando os nomes das coberturas, sendo criativos para criar as soluções, copiam algumas assistências do mercado segurador regulamentado e não se classificam como mercado de seguros, essas assistências piratas não são opções, são obrigadas”, advertiu.
A diretora do PASI alertou ainda que muitas empresas estão sendo obrigadas a cancelar o pacote de seguro com uma seguradora regularizada e aderir a esse benefício. “O judiciário é quem diz o que é certo, errado ou o que é válido, e quando vai para o judiciário é arriscado, alguns não sabem como identificar da forma correta com conhecimento técnico, às vezes confundindo os conceitos e esses movimentos vêm criando força. Todo mundo que está sendo diretamente ou indiretamente afetado por isso deve se unir e entender que isso é algo que afeta todos nós, mesmo quem não atua diretamente com o seguro vinculado a benéficos”, observou.
Na avaliação dela, as empresas, principalmente as de menor porte, que não têm verba muito grande para contratar benefícios e aceitar as condições dos sindicatos e do mercado de seguros regulamentados, precisam se unir porque não é um caso pontual.
Fabiana Resende entende que é preciso mostrar aos órgãos dependente o que está havendo, pois, diferente das associações veiculares que o cliente tem a liberalidade de escolher, sabendo o bônus e ônus de aderir ou não as associações veiculares, nesse caso dos benefícios, a empresa é obrigada, não tem escolha.
O evento, realizado no auditório do Sindseg-SP, foi coordenado pelo diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, Gustavo Toledo, e mediado pelo presidente da entidade, Silas Kasahaya.
Além de Fabiana Resende, participaram Cristina Vieira, da Porto Seguro; Nancy Rodrigues, da Tokio Marine, e Tiago Alberti, da MetLife.
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A atualização da NR-1 e a inclusão do gerenciamento dos riscos psicossociais estão impulsionando empresas a repensarem suas práticas e reforçarem o cuidado com a saúde mental no ambiente de trabalho. O tema foi destaque em uma live promovida pelo PASI, que reuniu a presidente Fabiana Resende e a psicóloga Bárbara Villani para discutir os impactos desses riscos e os caminhos para uma gestão mais humanizada. Durante o encontro, Fabiana destacou o compromisso histórico do PASI com o cuidado integral das pessoas e relembrou iniciativas como a Central de Amparo, que já realizou mais de 38 mil atendimentos a milhares de famílias. Essa experiência foi fundamental para o desenvolvimento do novo produto PASI NR-1, criado para apoiar empresas na adaptação à norma por meio de tecnologia, acompanhamento e soluções práticas. Bárbara Villani trouxe uma visão técnica sobre o tema, reforçando que a saúde mental no trabalho é uma responsabilidade compartilhada entre empresas e colaboradores. Para ela, o debate vai além de exigências legais e deve ser encarado como parte estratégica da gestão organizacional. Assista à live na íntegra e confira todos os detalhes da conversa:

O PASI foi premiado pela Revista Segurador Brasil como Destaque no Mercado Segurador em Inclusão Social, reforçando sua trajetória pioneira e transformadora no setor. Na ocasião, também houve uma menção honrosa ao fundador Alaor Silva Junior, que há 37 anos idealizou o primeiro microsseguro do Bras il, abrindo caminho para uma nova forma de proteção voltada às pessoas menos favorecidas. Quem representou o PASI na cerimônia foi Marcelo Reis, Head de Negócios Estratégicos, que destacou em seu depoimento: “Representar o PASI nesse prêmio é uma responsabilidade muito grande, afinal é mais que um conceito, é um exemplo a ser seguido de microsseguro. O Alaor, nosso fundador, teve uma visão fora do comum há 37 anos, criando o primeiro microsseguro do Brasil.” Em seu discurso, Alaor Silva Junior reforçou a importância da iniciativa: “Ficamos muito felizes em saber que toda a cadeia produtiva do mercado segurador hoje reconhece os valores do PASI, não só pelo que realizamos, mas também por terem se tornado servidores dessa ideia magnífica. Nossa iniciativa deu certo na busca de fazer a grande inclusão social e econômica do Brasil.” Esse reconhecimento é motivo de orgulho para o PASI em continuar com o compromisso de promover inclusão social e econômica por meio do microsseguro.

O dia a dia das empresas e dos trabalhadores mudou e a forma de cuidar também. Há mais de três décadas, o PASI acompanha essa evolução bem de perto. Com a digitalização acelerando comportamentos e expectativas, surgiu uma oportunidade poderosa: tornar a proteção mais simples, contínua e acessível. Foi exatamente desse movimento que nasceu o PASI Super App , uma plataforma criada para transformar a relação do segurado com seu seguro e com o universo de benefícios ao redor dele.

Construir resultados consistentes no mercado de seguros exige dedicação, confiança e relacionamento. É com esse olhar que o PASI lançou a Campanha de Relacionamento Influenciadores PASI 2026 , uma iniciativa criada para valorizar quem está na linha de frente, levando proteção, tranquilidade e dignidade para milhares de famílias em todo o Brasil. A campanha reforça um compromisso: caminhar lado a lado com os corretores, reconhecendo cada etapa alcançada e abrindo novas possibilidades de crescimento profissional, experiências exclusivas e evolução dentro do ecossistema PASI.

O PASI é destaque no programa Comentário Econômico, da GRTV Play, em edição dedicada aos impactos da saúde mental no ambiente corporativo. O convidado foi Marcelo Reis , Head de Negócios Estratégicos do PASI, que destacou a relevância do tema e apresentou o PASI NR-1 , solução criada para atender às exigências da normativa. Confira o conteúdo completo:
