Produto nasceu para atender os menos favorecidos
24 de outubro de 2019
Produto nasceu para atender os menos favorecidos
Produto nasceu para atender os menos favorecidos
Vamos contar uma história que aconteceu há 30 anos, mas que continua muito atual.
Usando as palavras que estão em alta, ela mostra que a inovação pode acontecer a qualquer momento, necessitando apenas da mudança do mindset dos líderes das empresas. Aplicando conceitos de MGA (Management General Agent), uma corretora de seguros criou um produto disruptivo e com conceitos sustentáveis para a sociedade.
A história do PASI começa como um ato de coragem e ousadia de seu fundador. Era uma corretora como outra qualquer, de perfil genérico, que comercializava de tudo. Neste período, as empresas internacionais começavam a ocupar mais espaço e era preciso pensar "fora da caixa". "O mais difícil foi determinar o rumo que queríamos tomar", define Alaor da Silva Junior, fundador do PASI. “Conseguimos encontrar este norte em 1988, quando identificamos o perfil social do mercado segurador, que tinha uma lacuna. Não existia nenhuma modalidade de seguro específica para atender as classes menos favorecidas do País", recorda.
Nesta época, o presidente da Associação dos Servidores da Universidade Federal de Minas Gerais pediu que fosse desenvolvido um seguro para repor o caixa da entidade com valores gastos como auxílio funeral fornecido às famílias dos associados. As famílias, que não tinham como arcar com o funeral, pediam dinheiro emprestado à associação, porém não conseguiam devolver este valor.
Era indispensável que o seguro para cobrir este auxílio funeral tivesse um prêmio muito baixo. "Eu já estava aguçado para buscar uma solução e este foi o momento zero da mudança de nosso perfil. Assim nasceu a primeira ideia", diz o fundador do PASI. "O desafio era fazer a reposição do valor (indenização) em um prazo máximo de uma semana. Basicamente, era um valor determinado para que a associação pudesse repor seu caixa", diz.
Do laboratório à realidade
Em novembro de 1988, foi criado o protótipo do produto. Porém, em menos de um mês, a seguradora passou a não conseguir mais realizar a indenização no prazo de uma semana. Alaor não desistiu, pelo contrário, se desafiou a conseguir mais: desenvolver um produto que realizasse o pagamento em 24 horas após o recebimento da documentação exigida.
O presidente da entidade disse a Alaor que, se conseguisse fazer um pagamento ainda mais rápido do que em uma semana, tinha outra entidade para indicar. "Fiquei tão entusiasmado que quis ampliar ainda mais o projeto e levar para empresas. Pensei: se a família de um professor universitário fica sem recursos quando ele morre, imagine a família dos trabalhadores de classes mais modestas, que não têm qualquer acesso ao seguro", conta o empreendedor.
Foi quando, mesmo antes da regulamentação do produto, Alaor buscou e conseguiu a adesão de mais 15 empresas. "Éramos uma corretora de seguros comum, por isso aproveitei os segurados mais próximos, com grupos de trabalhadores significativos, e perguntei se teriam a coragem de me ajudar como clientes experimentais desse projeto"
Com as empresas, foram mais 3.250 trabalhadores, de diversos setores da indústria, totalizando 9.250 vidas na primeira vigência do produto PASI. "Busquei uma nova companhia, que pudesse nos atender e, no dia 23 de março de 1989, Saiu a aprovação para que, junto ao corpo técnico da seguradora, trabalhassem na finalização do produto.
"Em poucos meses, de outubro de 1988 a maio de 1989, tudo aconteceu. Saímos do laboratório para a realidade, íamos atuar no seguro com perfil social", alegra-se o idealizador e presidente da empresa. O PASI nasceu em 1 de junho de 1989, como o primeiro seguro social do Brasil destinado às classes menos favorecidas.
Interessante é perceber como os acontecimentos são cíclicos: "O PASI é o precursor dos MGAs (Management General Agent), que o mercado tanto fala hoje. Agora, querem indenizar em pouco tempo e já fazemos isso há 30 anos", declara Fabiana Resende, filha de Alaor, que atua como diretora Executiva da empresa. "Nem existia startup e o PASI já estava sendo uma, fazendo exatamente este modelo de testar, fazer de novo, errar, ajustar", observa.
Expansão por todo o Brasil
Uma semana após o lançamento do produto, no da 8 de junho, o PASI estava realizando a primeira indenização em 24h. O beneficiário que recebeu essa indenização era irmão de uma professora. Entregou a documentação um dia antes e foi lá pessoalmente receber o cheque. Ele ficou impressionado com a velocidade da indenização, perguntou se era o normal do mercado. "Expliquei que se tratava de um projeto, era a primeira indenização que estava acontecendo em 24 horas, e o propósito era atender as famílias no momento exato de suas necessidades", diz o idealizador do PASI. O homem entregou seu cartão de visitas, disse que era presidente de uma empresa e que o PASI havia acabado de ganhar mais 800 segurados. "Anos depois voltei a receber um cartão dele, mas era congratulando o nosso trabalho".
Este primeiro pagamento, a um beneficiário com boas condições financeiras, fez Alaor pensar em como seria satisfatório indenizar uma família pobre. "Foi quando nasceu a ideia, no 8o dia de operações do produto, de reescrever o projeto para poder oferecer para os trabalhadores da construção civil".
Em julho de 1989. Alaor falou como sindicato que representava a construção civil em Minas Gerais, dizendo que estava pronto para atender à demanda reprimida. No mês seguinte, o modelo PASI foi instituído como o primeiro seguro de vida e acidentes do país a constar em uma cláusula de convenção coletiva de trabalho. "Fomos pioneiros não somente no produto como também na metodologia de oferecer grande acessibilidade ao seguro e verdadeira contribuição social", orgulha-se.
Segundo o fundador, nos 30 anos que a empresa comemora em 2019, toda essa responsabilidade de proteção social só aumentou. "Na medida em que fomos ganhando a confiança das entidades e empresas, não estávamos mais falando com uma família, com um presidente, mas com um setor como um todo."
A partir de então, o PASI se espalhou para outros setores. "Já estávamos atuando na construção civil em âmbito nacional quando outros setores descobriram o produto e nos procuraram", conta Alaor. Os primeiros foram os setores calçadista e de vestuário. "Focávamos em segmentos com maior necessidade de proteção, muitos riscos relacionados, assim como a construção, as diversas indústrias, trabalhadores de chão de fábrica mesmo. Profissionais mais necessitados que não têm acesso ao seguro. Pudemos experimentar várias indenizações em 24 horas na construção civil e também fora dela."
Corretores de seguros na distribuição
Com o produto sendo distribuído nacionalmente, uma nova revolução marcou o PASI. “Fizemos outra inclusão, desta vez securitária: colocamos o corretor de seguros para distribuir o produto", afirma o fundador da empresa.
Até abril de 1991, o PASI atuava ainda como corretora de seguros. Neste momento, a empresa deixou esta atividade, estabeleceu acordo com a seguradora de que passaria exclusivamente a gerir a operação PASI, se dedicando à dinâmica e ao crescimento do produto, passando aos corretores a concessão da distribuição.
O PASI, que nasceu como corretora, hoje é empresa de gestão. "É um clube de seguros, atua como unidade independente da seguradora, por isso é um modelo exclusivo. Temos o compromisso em fazer com que tudo aconteça dentro dos padrões éticos, morais, institucionais e comerciais. Também está em nossa mão a essência da criatividade nas melhorias do produto", relata Alaor.
Nesses 30 anos, o produto foi sendo aprimorado e incluídas novas coberturas e abrangências (veja acima a linha do tempo com a evolução). "Hoje, muitas companhias copiam as nossas coberturas, mas nem sabem que foram lançadas inicialmente pelo PASI", relata Fabiana.
Novidades no 30° aniversário
Em setembro, o PASI apresentou uma novidade, que não é uma nova cobertura, mas sua ampliação. "Queremos revisitar coberturas já lançadas e que podem ser melhoradas", diz a diretora Fabiana. A cobertura de doença congênita foi lançada há 26 anos, cobrindo enfermidades em filhos de trabalhadores segurados que fossem caracterizadas até 06°mês após o parto. Agora, a cobertura vai até o 30° mês. "Em dois anos e meio a criança já anda, fala, por isso consegue-se identificar muitas outras doenças que não eram observadas até o 6o mês", explica. Todos os beneficiários passam a contar com essa ampliação de cobertura, sem custo adicional.
Investindo em benefícios para serem usados em vida pelos segurados, com o objetivo de reforçar a percepção do valor do seguro, há cerca de três anos foi implantada uma Central exclusiva do PASI, que realiza o atendimento remoto de psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais. A partir de outubro, haverá o auxílio também de educadores físicos. "A assistência fitness complementa o serviço. Os profissionais trabalham juntos, se um segurado com problema de obesidade está em depressão por causa disso, ele passa pelo psicólogo, nutricionista e agora também educador físico", esclarece Fabiana Resende.
A próxima assistência que será lançada, entre outubro e novembro, é a recolocação profissional. Será prestada pelos psicólogos da Central em parceria com uma empresa de Recursos Humanos e oferecida para o beneficiário até seis meses após o desligamento da empresa. "Ajudamos a fazer currículo, faremos teste psicológico para ajudar a identificar potenciais e habilidades". Um grande benefício é que todos esses serviços da Central, incluindo do RH, são extensivos à família do segurado e ao gestor, tudo sem custo adicional.
Em homenagem aos movimentos Outubro Rosa e Novembro Azul, o PASI está lançando neste período o Seguro Longevidade. "Este é nosso primeiro seguro sem coberturas de morte ou acidente vinculadas, possui apenas coberturas e assistências para ampliar longevidade e melhorar a qualidade de vida", conta Alaor. O foco desse produto é amparar segurados diagnosticados com câncer de mama ou próstata, que podem utilizar os benefícios da Central para melhorar a qualidade de vida, além de médico 24 horas à disposição para orientações.
Sem esquecer dos avanços tecnológicos, a empresa está repaginando site e sistemas. Segundo Fabiana, até o fim do ano estará mais fácil e simples de navegar nas plataformas, com novas funcionalidades também. "Estamos bastante animados com os seguros online. O seguro estagiário é vendido de forma 100% online e tem dado muito certo. Já são mais de mil apólices vendidas por mês, todas intermediadas pelos corretores".
A empresa desenvolveu marketplace que é colocado nos sites dos corretores e 25% das vendas já vêm dessas lojas online. Também está sendo desenvolvido o aplicativo do PASI, que até então não havia sido demandado, pois se trata de um seguro basicamente vendido para empresas.
Porém, o novo app terá foco no segurado, para melhorar a interação com o cliente, oferecer mais acesso à informação. "Em nosso caso, o segurado recebe o seguro pela empresa e muitas vezes não tem acesso às apólices ou não sabe como acionar. Ele passará a contar com uma plataforma bastante interativa e de fácil acesso. Celular todos usam, o whatsapp é o principal canal pelo qual recebemos as documentações de sinistros", argumenta Fabiana.
Em linha com o futuro, a empresa iniciou estudos de inteligência artificial para propiciar melhoria na análise de sinistros. O PASI já tem cinco robôs em atividade, que trouxeram maior dinamismo para a operação e minimizaram a possibilidade de erros. Hoje são realizados, de forma automática, todo o faturamento e a movimentação de segurados. Até o fim do ano, entrará em operação uma nova versão da Cotação Express, oferecendo aos corretores adesão e implantação imediatas. "Estamos desenvolvendo um processo bem simples e inédito para o modelo de seguro de vida em grupo, que desde a cotação até a implementação é 100% online", defende a diretora.
Fechando o ano que celebra as três décadas da empresa, em breve será lançado o livro que registra esta história do PASI, com mais detalhes. Em formato moderno e atrativo, o livro traz depoimentos de pessoas que ajudaram a construir esta trajetória de sucesso. e tem vídeos que podem ser acessados pelo smartphone por meio de QR Code.
O que se conclui, depois de 30 anos de atuação, é que o PASI se consolidou, mas não parou no tempo- sempre buscou inovação e mudança de posicionamento para melhor atender seu público. "Chegamos até aqui sendo prioritariamente um seguro de vida para atender entidades sindicais e suas convenções coletivas, mas agora estamos indo bem além, iremos lançar novos seguros sociais, novos produtos para a classe trabalhadora, sempre com foco em tecnologia, para que os processos sejam fáceis e rápidos, pois nossos seguros são de baixo custo, porém, com alto valor agregado", analisa Fabiana.
Fonte: Revista Apólice
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O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.

Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial.

A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1. Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1

O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.

