PASI, solução inteligente para Pequenas e Médias empresas em todo o país

9 de setembro de 2015

PASI, solução inteligente para Pequenas e Médias empresas em todo o país

PASI, solução inteligente para pequenas e médias empresas em todo o país 

Pequenas e médias empresas trabalham com um número de empregados e recursos financeiros reduzidos, mas nem por isso, são menos importantes, dada a sua participação na economia brasileira representando 27% do PIB nacional. A facilidade das empresas contratarem o Seguro a partir de 1 colaborador em seu quadro de funcionários possibilita a entrada destes empresários no mercado de benefícios securitários, através de um baixo investimento com processos simplificados.

Fabiana Resende, diretora executiva do Plano de Amparo Social Imediato (PASI), participou de uma matéria feita pela Revista Cobertura na edição de agosto, que abordou esse tema pertinente. “Percebemos que, de forma geral, as empresas pequenas e médias valorizam ainda mais a qualidade do que o preço, pois conseguem perceber de forma mais próxima o impacto do serviço prestado, além do que a diferença de valor não impacta tanto no custo total, afinal o número de vidas vinculado é reduzido.” – disse Fabiana.

A crise econômica e financeira bate à porta de grandes empresas. Em algumas, ela já entrou e fez seus estragos. São inúmeros funcionários desempregados que perdem seus benefícios juntamente com sua renda mensal. Porém, essa crise alcança com menos força as pequenas e médias empresas. 

A continuidade nos pagamentos das PME’s chama a atenção para sua perspectiva de crescimento, mesmo em meio à crise. De acordo com a Serasa Experian, durante o primeiro semestre de 2015, de cada mil pagamentos, 955 foram à vista ou com poucos dias de atraso. Em relação ao mesmo período do ano passado, essa pontualidade atingiu 95,3%, ou seja, praticamente uma estabilidade. Isso quer dizer que, de alguma forma, as empresas economizaram e mantiveram-se equilibradas financeiramente, a ponto de não deixarem de ser fiéis a seus pagamentos mensais. 

Dessa forma, as PME’s são um nicho de grandes oportunidades para alguns ramos, entre eles, o seguro de vida. Isso porque esse tipo de seguro não está diretamente atrelado ao cenário econômico e sempre apresenta um crescimento em relação ao PIB. “No segmento de pequenas e médias empresas, o seguro de vida cresceu 10% ao longo dos últimos anos. Somente no primeiro semestre desse ano, o aumento foi em torno de 4%. Acreditamos ser um desenvolvimento razoável, por todo o potencial que possui, pois quando se olha o PIB com retração de 2% é algo para se comemorar”, comenta Alexandre Vicente, diretor de seguros pessoais da Liberty Seguros, que possui hoje em sua carteira aproximadamente 600 mil vidas.

Karina Massimoto, superintendente executiva de seguros individuais e coletivos do Grupo BB e Mapfre, concorda que o seguro de vida deixou de ser voltado somente para grandes empresas e agora encontrou um novo nicho de atuação. “Cada vez mais o seguro de vida deixa de ser exclusividade de grandes empresas e multinacionais e passa a ser um benefício presente também nas pequenas e médias empresas. O papel social do seguro de vida é muito importante, pois é uma proteção que pode ser levada às famílias dos segurados, com indenizações em caso de morte do segurado e coberturas que vão desde o custeio de despesas com funeral até o auxílio-alimentação à família, na falta do segurado titular”.

Porém, atender a demanda dessas empresas não é tarefa fácil. Por ter características específicas, é preciso coberturas diferenciadas, conforme o perfil de seus profissionais. “O principal desafio é identificar as demandas específicas e desenvolver produtos com soluções sob medida. Pensando nisso, contamos com underwriters especialistas, responsáveis por fazer a análise da operação e sugerir o produto e as condições mais adequadas, a fim de ofertar serviços de assistência exclusivos para a pequena e média empresa”, explica a diretora de seguros de pessoas da Tokio Marine, Nancy Rodrigues. 

O seguro de vida ganhou no decorrer dos anos uma característica de benefício, tanto que é item exigido na maioria das Convenções Coletivas dos Trabalhadores. “Muitas empresas possuem um programa de benefícios definido, portanto, buscam sempre inovações em produtos ou serviços para a retenção de pessoas. Porém, há outro grupo de empresas que não possuem o benefício, mas que gradativamente procuram aderir ao seguro, seja por exigências trabalhistas, seja por consciência da importância do seguro de vida”, completa Nancy.

“Com um mercado cada vez mais competitivo, é imprescindível que as empresas de pequeno e médio porte busquem se diferenciar para atrair e reter talentos. Uma das formas é oferecendo ou ampliando o pacote de benefícios aos seus empregados”, afirma Bernardo Dieckmann, diretor de produtos de vida da Icatu Seguros, que possui a família de produtos Contrate Fácil, focada nas pequenas e médias empresas, que engloba produtos de seguros de vida e de previdência para atender empresas com três a 499 funcionários.

Porém, é preciso se diferenciar não somente em relação ao preço, mas também à qualidade e os serviços prestados às empresas e seus colaboradores. “Percebemos que, de forma geral, as empresas pequenas e médias valorizam ainda mais a qualidade do que o preço, pois conseguem perceber de forma mais próxima o impacto do serviço prestado, além do que a diferença de valor não impacta tanto no custo total, afinal o número de vidas vinculado é reduzido”, comenta a diretora executiva do Plano de Amparo Social Imediato, Fabiana Resende.

Para as PME’s ter um benefício como seguro de vida é um atrativo, pois traz também um acréscimo em outras áreas pessoais. “Existem pesquisas no mercado que mostram que esse tipo de seguro é o mais desejado por uma pessoa, hoje é considerado como um benefício oferecido pela empresa. Quando olhamos para esse ponto, um seguro de vida bem elaborado, formatado, reduz a rotatividade da empresa e traz também benefícios para a família”, lembra Vicente, da Liberty.

Indenização em vida

Esse é o grande atrativo dos seguros de vida atualmente. Ainda mais quando o colaborador é pai de família ou responsável financeiramente por outras pessoas. “Os benefícios dos planos de seguros de vida também são vistos com maior valor pelos segurados, uma vez que muitos deles podem ser utilizados em vida, como, por exemplo, a cobertura de auxílio à acessibilidade física, que permite ao segurado realizar ajustes necessários à sua mobilidade em caso de invalidez por acidente. No diagnóstico de câncer de mama, útero ou ovário a indenização também é paga à segurada. E há, ainda, as assistências que são pagas aos segurados com amplitude para sua viagem, residência ou seu veículo, aumentando o sentimento de proteção e reconhecimento do benefício ofertado pela empresa. Com isso, do ponto de vista do empregador, o seguro acaba atuando como uma importante fonte de retenção de talentos”, conta Massimoto, do Grupo BB e Mapfre.

No caso da Tokio Marine, “o atendimento especializado no momento crítico dos familiares isenta a empresa (segurado) de procedimentos não comuns ao seu dia a dia. Outro ponto é a programação orçamentária, em que o risco fica totalmente transferido para a seguradora”, explica Nancy. A cobertura em vida é o centro das atenções, ainda mais quando se trata de uma nova vida que vem ao mundo. “Oferecemos a Cesta Natalidade, o Bônus por Nascimento e diversas diárias de incapacidade temporária, algumas inclusive revertidas diretamente em alimentação para as famílias. A frequência de sinistro de morte e invalidez é mais baixa, mas sempre há um bebê nascendo entre algum funcionário do quadro, o que faz com que elas percebam ainda mais rápido o valor do seguro contratado”, ressalta Fabiana, do PASI.

Alexandre Vicente enfatiza ainda que essa cobertura em vida “ajuda a complementar o salário do funcionário, caso ele tenha que ficar um tempo parado, ou pode auxiliar a se readequar, a fazer exames, em caso de doenças graves. A procura por essas coberturas em vida vem em crescente e os corretores já enxergam isso como benefício”.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1980 e 2013, a expectativa de vida no Brasil passou de 62,5 anos para 74,9 anos. E isso influencia diretamente na capacidade de desenvolvimento do seguro de vida. “Será preciso uma análise e reposicionamento, como a precificação, por exemplo, porque isso pode fazer com que o seguro fi que mais barato e atraente. O mercado tem que criar cobertura de longo prazo, não dá para ofertar serviços lá de trás”, explica Vicente.

Nancy Rodrigues, da Tokio Marine, também acredita que é preciso olhar para todas as áreas, pois há muitos aspectos a considerar. “Para o segurador, destacaria uma análise sobre a precificação, idade limite para contratação do seguro e a criação de novos serviços para este público. Do ponto de vista do consumidor, garantir a reestruturação financeira da família, além de outras preocupações, como a sustentabilidade da Previdência Social e o alto custo da saúde”. 

Copo meio cheio na crise. Não é fácil identificar oportunidades, se o olhar continuar na parte vazia do copo. É preciso mudar o foco. É isso que acontece no PASI, por exemplo. “Com certeza, percebemos em todas as empresas de nossa carteira uma redução considerável no número de segurados, entretanto, nossa estratégia é a expansão de novas vendas e fechamento de alianças em segmentos ainda não trabalhados para conseguirmos manter o ritmo de crescimento da carteira. Estamos também focando em novas regiões demográficas para a expansão de mercados. Temos tido excelentes resultados com novas operações realizadas em alguns estados que ainda não tínhamos forte atuação”, comenta Fabiana Resende.

Para Alexandre Vicente, é preciso ir além e pensar diferente. “A solução é ser mais criativo, olhar a composição de custos e apostar no crescimento do mercado, porque esse ramo nunca ficou atrelado ao cenário econômico. É necessário também investir cada vez mais em tecnologia para ter agilidade e fidelizar o cliente”.

Além disso, há também outros benefícios para as empresas que devem ser levados em consideração. “Pensando no atual momento da economia, em que as empresas estão buscando por redução de despesas, os prêmios pagos de seguro de vida em benefício dos colaboradores podem ser deduzidos no IR, no caso das empresas que realizam sua declaração de imposto de renda pela opção de lucro real”, lembra Karina Massimoto, do Grupo BB e Mapfre.

Com todos esses benefícios do seguro de vida, só é possível vislumbrar um futuro promissor para um ramo que fica à margem da crise. “O objetivo da Tokio é dobrar a carteira de vida nos próximos três anos, atingindo o patamar de R$ 600 milhões de prêmios ao ano. E, nesse sentido, as PMEs são fundamentais para a sustentabilidade do nosso plano de expansão na carteira de vida”, conta Nancy.

A Icatu Seguros deve crescer mais de 50% até o final de 2015. O PASI acredita que terá em torno de 80% a 90% da carteira composta por micro, pequenas e médias empresas.

Na Liberty, as expectativas também são de crescimento “As expectativas são positivas, entendemos que esse mercado é promissor, tem um grande potencial. Temos ótimas perspectivas de crescimento, igual ou melhor que os anos anteriores”, finaliza Alexandre Vicente.



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Por Seguro PASI 6 de agosto de 2026
O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.
Por Seguro PASI 30 de julho de 2026
Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial. 
Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
Por Carol Lopes 1 de julho de 2026
O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.
Por Seguro PASI 17 de junho de 2026
Entenda o que é seguro de vida em grupo, como funciona, vantagens para empresas e por que ele é essencial para proteger seus colaboradores.
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