PASI, solução inteligente para Pequenas e Médias empresas em todo o país
9 de setembro de 2015
PASI, solução inteligente para Pequenas e Médias empresas em todo o país
PASI, solução inteligente para pequenas e médias empresas em todo o país
Pequenas e médias empresas trabalham com um número de empregados e recursos financeiros reduzidos, mas nem por isso, são menos importantes, dada a sua participação na economia brasileira representando 27% do PIB nacional. A facilidade das empresas contratarem o Seguro a partir de 1 colaborador em seu quadro de funcionários possibilita a entrada destes empresários no mercado de benefícios securitários, através de um baixo investimento com processos simplificados.
Fabiana Resende, diretora executiva do Plano de Amparo Social Imediato (PASI), participou de uma matéria feita pela Revista Cobertura na edição de agosto, que abordou esse tema pertinente. “Percebemos que, de forma geral, as empresas pequenas e médias valorizam ainda mais a qualidade do que o preço, pois conseguem perceber de forma mais próxima o impacto do serviço prestado, além do que a diferença de valor não impacta tanto no custo total, afinal o número de vidas vinculado é reduzido.” – disse Fabiana.
A crise econômica e financeira bate à porta de grandes empresas. Em algumas, ela já entrou e fez seus estragos. São inúmeros funcionários desempregados que perdem seus benefícios juntamente com sua renda mensal. Porém, essa crise alcança com menos força as pequenas e médias empresas.
A continuidade nos pagamentos das PME’s chama a atenção para sua perspectiva de crescimento, mesmo em meio à crise. De acordo com a Serasa Experian, durante o primeiro semestre de 2015, de cada mil pagamentos, 955 foram à vista ou com poucos dias de atraso. Em relação ao mesmo período do ano passado, essa pontualidade atingiu 95,3%, ou seja, praticamente uma estabilidade. Isso quer dizer que, de alguma forma, as empresas economizaram e mantiveram-se equilibradas financeiramente, a ponto de não deixarem de ser fiéis a seus pagamentos mensais.
Dessa forma, as PME’s são um nicho de grandes oportunidades para alguns ramos, entre eles, o seguro de vida. Isso porque esse tipo de seguro não está diretamente atrelado ao cenário econômico e sempre apresenta um crescimento em relação ao PIB. “No segmento de pequenas e médias empresas, o seguro de vida cresceu 10% ao longo dos últimos anos. Somente no primeiro semestre desse ano, o aumento foi em torno de 4%. Acreditamos ser um desenvolvimento razoável, por todo o potencial que possui, pois quando se olha o PIB com retração de 2% é algo para se comemorar”, comenta Alexandre Vicente, diretor de seguros pessoais da Liberty Seguros, que possui hoje em sua carteira aproximadamente 600 mil vidas.
Karina Massimoto, superintendente executiva de seguros individuais e coletivos do Grupo BB e Mapfre, concorda que o seguro de vida deixou de ser voltado somente para grandes empresas e agora encontrou um novo nicho de atuação. “Cada vez mais o seguro de vida deixa de ser exclusividade de grandes empresas e multinacionais e passa a ser um benefício presente também nas pequenas e médias empresas. O papel social do seguro de vida é muito importante, pois é uma proteção que pode ser levada às famílias dos segurados, com indenizações em caso de morte do segurado e coberturas que vão desde o custeio de despesas com funeral até o auxílio-alimentação à família, na falta do segurado titular”.
Porém, atender a demanda dessas empresas não é tarefa fácil. Por ter características específicas, é preciso coberturas diferenciadas, conforme o perfil de seus profissionais. “O principal desafio é identificar as demandas específicas e desenvolver produtos com soluções sob medida. Pensando nisso, contamos com underwriters especialistas, responsáveis por fazer a análise da operação e sugerir o produto e as condições mais adequadas, a fim de ofertar serviços de assistência exclusivos para a pequena e média empresa”, explica a diretora de seguros de pessoas da Tokio Marine, Nancy Rodrigues.
O seguro de vida ganhou no decorrer dos anos uma característica de benefício, tanto que é item exigido na maioria das Convenções Coletivas dos Trabalhadores. “Muitas empresas possuem um programa de benefícios definido, portanto, buscam sempre inovações em produtos ou serviços para a retenção de pessoas. Porém, há outro grupo de empresas que não possuem o benefício, mas que gradativamente procuram aderir ao seguro, seja por exigências trabalhistas, seja por consciência da importância do seguro de vida”, completa Nancy.
“Com um mercado cada vez mais competitivo, é imprescindível que as empresas de pequeno e médio porte busquem se diferenciar para atrair e reter talentos. Uma das formas é oferecendo ou ampliando o pacote de benefícios aos seus empregados”, afirma Bernardo Dieckmann, diretor de produtos de vida da Icatu Seguros, que possui a família de produtos Contrate Fácil, focada nas pequenas e médias empresas, que engloba produtos de seguros de vida e de previdência para atender empresas com três a 499 funcionários.
Porém, é preciso se diferenciar não somente em relação ao preço, mas também à qualidade e os serviços prestados às empresas e seus colaboradores. “Percebemos que, de forma geral, as empresas pequenas e médias valorizam ainda mais a qualidade do que o preço, pois conseguem perceber de forma mais próxima o impacto do serviço prestado, além do que a diferença de valor não impacta tanto no custo total, afinal o número de vidas vinculado é reduzido”, comenta a diretora executiva do Plano de Amparo Social Imediato, Fabiana Resende.
Para as PME’s ter um benefício como seguro de vida é um atrativo, pois traz também um acréscimo em outras áreas pessoais. “Existem pesquisas no mercado que mostram que esse tipo de seguro é o mais desejado por uma pessoa, hoje é considerado como um benefício oferecido pela empresa. Quando olhamos para esse ponto, um seguro de vida bem elaborado, formatado, reduz a rotatividade da empresa e traz também benefícios para a família”, lembra Vicente, da Liberty.
Indenização em vida
Esse é o grande atrativo dos seguros de vida atualmente. Ainda mais quando o colaborador é pai de família ou responsável financeiramente por outras pessoas. “Os benefícios dos planos de seguros de vida também são vistos com maior valor pelos segurados, uma vez que muitos deles podem ser utilizados em vida, como, por exemplo, a cobertura de auxílio à acessibilidade física, que permite ao segurado realizar ajustes necessários à sua mobilidade em caso de invalidez por acidente. No diagnóstico de câncer de mama, útero ou ovário a indenização também é paga à segurada. E há, ainda, as assistências que são pagas aos segurados com amplitude para sua viagem, residência ou seu veículo, aumentando o sentimento de proteção e reconhecimento do benefício ofertado pela empresa. Com isso, do ponto de vista do empregador, o seguro acaba atuando como uma importante fonte de retenção de talentos”, conta Massimoto, do Grupo BB e Mapfre.
No caso da Tokio Marine, “o atendimento especializado no momento crítico dos familiares isenta a empresa (segurado) de procedimentos não comuns ao seu dia a dia. Outro ponto é a programação orçamentária, em que o risco fica totalmente transferido para a seguradora”, explica Nancy. A cobertura em vida é o centro das atenções, ainda mais quando se trata de uma nova vida que vem ao mundo. “Oferecemos a Cesta Natalidade, o Bônus por Nascimento e diversas diárias de incapacidade temporária, algumas inclusive revertidas diretamente em alimentação para as famílias. A frequência de sinistro de morte e invalidez é mais baixa, mas sempre há um bebê nascendo entre algum funcionário do quadro, o que faz com que elas percebam ainda mais rápido o valor do seguro contratado”, ressalta Fabiana, do PASI.
Alexandre Vicente enfatiza ainda que essa cobertura em vida “ajuda a complementar o salário do funcionário, caso ele tenha que ficar um tempo parado, ou pode auxiliar a se readequar, a fazer exames, em caso de doenças graves. A procura por essas coberturas em vida vem em crescente e os corretores já enxergam isso como benefício”.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1980 e 2013, a expectativa de vida no Brasil passou de 62,5 anos para 74,9 anos. E isso influencia diretamente na capacidade de desenvolvimento do seguro de vida. “Será preciso uma análise e reposicionamento, como a precificação, por exemplo, porque isso pode fazer com que o seguro fi que mais barato e atraente. O mercado tem que criar cobertura de longo prazo, não dá para ofertar serviços lá de trás”, explica Vicente.
Nancy Rodrigues, da Tokio Marine, também acredita que é preciso olhar para todas as áreas, pois há muitos aspectos a considerar. “Para o segurador, destacaria uma análise sobre a precificação, idade limite para contratação do seguro e a criação de novos serviços para este público. Do ponto de vista do consumidor, garantir a reestruturação financeira da família, além de outras preocupações, como a sustentabilidade da Previdência Social e o alto custo da saúde”.
Copo meio cheio na crise. Não é fácil identificar oportunidades, se o olhar continuar na parte vazia do copo. É preciso mudar o foco. É isso que acontece no PASI, por exemplo. “Com certeza, percebemos em todas as empresas de nossa carteira uma redução considerável no número de segurados, entretanto, nossa estratégia é a expansão de novas vendas e fechamento de alianças em segmentos ainda não trabalhados para conseguirmos manter o ritmo de crescimento da carteira. Estamos também focando em novas regiões demográficas para a expansão de mercados. Temos tido excelentes resultados com novas operações realizadas em alguns estados que ainda não tínhamos forte atuação”, comenta Fabiana Resende.
Para Alexandre Vicente, é preciso ir além e pensar diferente. “A solução é ser mais criativo, olhar a composição de custos e apostar no crescimento do mercado, porque esse ramo nunca ficou atrelado ao cenário econômico. É necessário também investir cada vez mais em tecnologia para ter agilidade e fidelizar o cliente”.
Além disso, há também outros benefícios para as empresas que devem ser levados em consideração. “Pensando no atual momento da economia, em que as empresas estão buscando por redução de despesas, os prêmios pagos de seguro de vida em benefício dos colaboradores podem ser deduzidos no IR, no caso das empresas que realizam sua declaração de imposto de renda pela opção de lucro real”, lembra Karina Massimoto, do Grupo BB e Mapfre.
Com todos esses benefícios do seguro de vida, só é possível vislumbrar um futuro promissor para um ramo que fica à margem da crise. “O objetivo da Tokio é dobrar a carteira de vida nos próximos três anos, atingindo o patamar de R$ 600 milhões de prêmios ao ano. E, nesse sentido, as PMEs são fundamentais para a sustentabilidade do nosso plano de expansão na carteira de vida”, conta Nancy.
A Icatu Seguros deve crescer mais de 50% até o final de 2015. O PASI acredita que terá em torno de 80% a 90% da carteira composta por micro, pequenas e médias empresas.
Na Liberty, as expectativas também são de crescimento “As expectativas são positivas, entendemos que esse mercado é promissor, tem um grande potencial. Temos ótimas perspectivas de crescimento, igual ou melhor que os anos anteriores”, finaliza Alexandre Vicente.
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No dia 31 de março, São Paulo recebeu o lançamento do livro “Mulheres no Seguro – O Poder de uma Mentoria”, obra que reúne histórias, aprendizados e trajetórias de mulheres que vêm fortalecendo sua atuação no mercado segurador. Entre os destaques do evento esteve a participação da presidente do Seguro PASI, Fabiana Resende, que assina um dos capítulos da publicação e representa o protagonismo feminino em posições de liderança no setor. À frente do PASI, Fabiana levou para o livro uma abordagem que conecta desenvolvimento profissional e trajetória de carreira. Em sua participação, ela destacou que seu capítulo “não é só sobre mulheres”, mas traz reflexões práticas com “boas dicas” construídas ao longo de sua jornada. A executiva também ressaltou a relevância de estar presente em mais uma edição da obra, afirmando ser “uma honra muito grande” contribuir novamente e dar continuidade ao projeto construindo um “legado literário” que evolui e entrega ainda mais valor ao mercado.

Com uma trajetória de três décadas no mercado, Marcelo Reis chega ao PASI como Head de Negócios Estratégicos, trazendo consigo ampla experiência na área de seguros e no desenvolvimento de estratégias comerciais em grandes companhias do setor. Marcelo, que é formado em Administração de Empresas, com pós-graduação em Gestão Empresarial e Gestão de Pessoas, iniciou sua carreira profissional em 1996, evoluindo até assumir posições de liderança nacional, quando passou a responder por operações em todas as regiões do país. Um olhar estratégico para fortalecer o PASI Marcelo assume a missão de ampliar o desenvolvimento de oportunidades e fortalecer o relacionamento da companhia com o mercado, apoiando os demais executivos do PASI. “Minha função será aproximar ainda mais o PASI das oportunidades estratégicas do mercado, trabalhando no relacionamento com os corretores, seguradores e demais parceiros e na identificação de novos caminhos de crescimento para o PASI”, explica. Uma empresa que sempre foi referência O PASI já fazia parte do repertório profissional de Marcelo muito antes de sua chegada. Durante sua atuação em outras seguradoras, ele pôde acompanhar o trabalho e o impacto da empresa no mercado de seguros de pessoas. “Em diferentes momentos da minha carreira, o PASI foi uma referência para mim. Sempre acompanhei a capacidade da empresa de desenvolver produtos inovadores, criar novas coberturas e atuar de forma protagonista no mercado. Muitas vezes, o PASI serviu como fonte de inspiração para o desenvolvimento de soluções de seguro.”

O Plano de Amparo Social Imediato (PASI) participou do 6º Congresso dos Corretores de Seguros do Norte e Nordeste (CONSEGNNE), realizado nos dias 13 e 14 de março, no Centro de Convenções de Salvador (BA). A instituição esteve representada pela Gerente de Relacionamento, Vivianne Andreazzi, que acompanhou os debates e aproveitou o encontro para fortalecer o relacionamento com corretores da região. O congresso reuniu lideranças do mercado de seguros, executivos de seguradoras, especialistas e corretores para discutir temas como inovação, inteligência artificial e os desafios para ampliar a proteção securitária no país. Ao longo de dois dias, o evento promoveu painéis e discussões voltados ao futuro do setor e às oportunidades de expansão do mercado nas regiões Norte e Nordeste. Segundo Vivianne Andreazzi, a participação no evento tem grande relevância estratégica para o PASI, especialmente pelo contato direto com profissionais que atuam na linha de frente da distribuição de seguros. De acordo com ela, é “muito gratificante participar do CONSEGNNE em Salvador, reunindo corretores de toda a região Norte e Nordeste em dois dias intensivos de networking e palestras”. A executiva destacou ainda que o encontro é uma oportunidade para apresentar as iniciativas e produtos da instituição, além de impulsionar novas conexões comerciais. Para Andreazzi, o congresso permite “mostrar o que o PASI tem para oferecer e apresentar a campanha de relacionamento que estamos desenvolvendo”, abrindo espaço para “gerar novos negócios e novas oportunidades”. Ela acrescenta que a presença no evento também tem como objetivo consolidar a atuação do PASI no mercado regional. Nesse sentido, o CONSEGNNE se torna um ambiente estratégico para “fortalecer as parcerias do PASI com o mercado do Norte e Nordeste”, aproximando ainda mais a instituição dos corretores que atuam nessas regiões.
O PASI, que é referência em soluções de seguro de vida para todos, anunciou os vencedores das Campanhas de Incentivo 2025 , uma iniciativa criada para valorizar os corretores que se empenham todos os dias para levar segurança e tranquilidade a milhares de famílias em todo o Brasil. Mais de 100 corretores foram reconhecidos por sua performance ao longo do ano e contemplados com bonificações em dinheiro, brindes exclusivos e viagens com experiências exclusivas . A premiação celebra o impacto real desses profissionais que fazem do seguro uma ferramenta de amparo e proteção em todos os momentos da vida. As campanhas para os corretores têm se tornado, a cada ano, um espaço para fortalecer parcerias, aproximar ainda mais os corretores e estimular um movimento em prol da proteção mais acessível para todos. Uma nova fase de relacionamento com corretores em 2026 Este ano marca o início de uma etapa importante no relacionamento do PASI com os corretores. Em breve, a companhia lançará um novo modelo de campanha que irá oferecer benefícios específicos, pensados para acompanhar o ritmo de crescimento de cada corretor parceiro. A proposta é criar uma jornada de reconhecimento contínuo, em que os corretores possam se desenvolver, conquistar vantagens personalizadas e viver experiências alinhadas ao seu momento profissional, como conta o Superintendente Comercial do PASI, Mateus Ribeiro: “As campanhas para os corretores são uma forma de agradecer quem está conosco no dia a dia, levando a proteção do PASI para as famílias. Reconhecer esses profissionais é reconhecer a dedicação e o impacto positivo que o corretor gera na vida das pessoas. Em 2026, queremos caminhar ainda mais próximos, oferecendo benefícios que acompanham o crescimento de cada parceiro. Nosso objetivo é evoluir ainda mais juntos.”

No último dia 17 de janeiro, o PASI esteve presente no Arena Verão, realizado na Praia da Costa, em Vila Velha, e já iniciou o ano com iniciativas que incentivam o cuidado, o bem-estar e a promoção da saúde para todos. O evento, que já se tornou tradição na cidade, oferece uma programação diversificada e gratuita ao público, com atividades que vão desde esportes de praia, como beach tênis, futevôlei e handebol de areia, até aulas de dança, ioga e circuito funcional. Como parte da iniciativa, o PASI patrocinou o Simulado Hyrox, competição que combina corrida e exercícios funcionais, reunindo atletas e entusiastas em um desafio de resistência e superação. Representando o PASI, estiveram presentes a Superintendente de Marketing, Produtos e Experiência do Cliente, Bárbara Capurucho, e a Gerente Financeiro e Processos Estratégicos, Michelle Rodrigues, que acompanharam de perto as atividades e a interação do público. Segundo Bárbara Capurucho, o apoio ao evento reflete diretamente os valores do PASI: “O Arena Verão é uma ótima oportunidade de incentivar práticas saudáveis e aproximar a comunidade de atividades que promovem qualidade de vida. Para o PASI, estar presente em iniciativas como essa fortalece o nosso propósito de cuidar das pessoas e contribuir para que o bem-estar esteja ao alcance de todos.” A presença do PASI na Arena Verão simboliza o seu compromisso em levar saúde, bem-estar e qualidade de vida para além dos seus serviços, estimulando hábitos saudáveis e inspirando pessoas a viverem melhor.
