PASI - uma história de sucesso

20 de junho de 2017

PASI - uma história de sucesso

PASI - uma história de sucesso

28 anos de pioneirismo
PASI investe em gestão profissionalizada, produtos, tecnologia e relacionamento com corretores, empresas contratantes e segurados

Prestes a comemorar 28 anos de atuação, o Plano de Amparo Social Imediato (PASI) tem investido em diversas novidades. Idealizado por Alaor Silva Júnior, o clube de seguros que inovou ao comercializar seguros de vida e acidentes em grupo para trabalhadores da construção civil e atender às demandas das Convenções Coletivas de Trabalho, tem expandido sua atuação e acompanhado a evolução do mercado segurador. Nesse processo, Alaor conta com o apoio de sua filha Fabiana Resende, diretora executiva. 

Nessa fase de inovação, destaca-se no PASI a expansão dos produtos. Desde 2014, além de aprimorar o atendimento às Convenções Coletivas, o PASI iniciou um processo para abranger negócios para outros mercados e produtos em que não tinha atuação direta.

De lá para cá, a empresa já vivenciou períodos de organização de processos internos, sustentabilidade dos negócios por conta da crise econômica do País, principalmente no ano passado, e nesse ano, apesar do cenário ainda conturbado do Brasil, o PASI tem perspectivas para novos lançamentos.
"Como nos colocamos nessa posição de vanguarda em termos de benefícios sociais, principalmente voltados às classes trabalhadoras, nossa ideia agora é cada vez mais fazer diferente e lançar coisas que ainda não existem no mercado ou que não existam da forma como pretendemos lançar", explica Fabiana Resende.

Novidades

Ela destaca que ainda no primeiro semestre a empresa lançará um produto específico para estagiários, que terá fácil contratação e será distribuído online e pelos corretores parceiros. A executiva comenta que o produto contará com uma plataforma eletrônica totalmente moderna e alguns diferenciais, como a possibilidade de o segurado utilizar o seguro em vida, diferentemente dos seguros para estagiários no geral, contratados pela empresa basicamente para atendimento à legislação, já que o risco de mortalidade desse perfil de cliente é baixo. "Esperamos que esse diferencial cause um apelo não só para os corretores que irão comercializar, como para os clientes e segurados".
Outro produto que será lançado ainda nesse semestre é um seguro para engenheiros, que, inclusive, iniciará a experiência do PASI com comercialização de seguros individuais. O produto será customizado e os planos da empresa são, a partir disso, trabalhar com seguros para profissionais de outras classes.
Ainda na estratégia de inovação, o PASI lançou uma cobertura específica para câncer de mama e câncer de próstata, já inserida em algumas Convenções Coletivas de São Paulo. Fabiana ressalta que o mercado de seguros já disponibiliza coberturas semelhantes para doenças graves, porém, o modelo do PASI pretende trabalhar as coberturas para esses tipos de câncer pois são doenças com incidência maior, e, dessa maneira, é possível viabilizar a cobertura com um custo baixo. "Quando conseguimos restringir focamos as principais doenças e é possível que a empresa ajude um colaborador caso venha a ter essa doença e conseguimos também viabilizar isso em um valor acessível, que não onera muito a empresa e ajuda o trabalhador", esclarece.

Utilização em vida

As novidades da empresa vão ao encontro do objetivo do PASI de prestar atendimento não somente em caso de morte ou invalidez, mas também contribuir para que o segurado compreenda a necessidade de contar com uma proteção securitária em vida. "Queremos que as pessoas, principalmente das classes mais baixas, continuem tendo proteções e que o seguro também apareça em momentos durante a vida do segurado, e não só quando ele ou alguém da família vier a faltar", diz Fabiana.
Outro foco atual do PASI é a evolução tecnológica, com mudanças nas operações que têm sido implementadas. A ideia, conforme a diretora, é que ainda esse ano haja muitas inovações nesse campo, a exemplo do seguro para estagiários, que tem todo o processo online, o aprimoramento do portal do corretor e cliente, cotações e adesões mais informatizadas para simplificar a rotina do corretor.
Já para o segundo semestre e no próximo ano, o PASI também pretende fazer lançamentos no mercado, entretanto, a principal novidade é a chegada da possível futura condutora dos projetos iniciados por Alaor, a filha da Fabiana, que deve nascer em meados de julho.

Gestão familiar profissionalizada

O PASI é uma empresa familiar, mas nos últimos anos tem investido para se consolidar pela Gestão Familiar Profissionalizada. Esse projeto, aliás, teve início após a chegada de Fabiana à empresa. 
Fabiana Resende é graduada em Administração com ênfase em Finanças e, a princípio, não tinha pretensões de seguir os passos do pai, mas, sim, trabalhar em uma multinacional, por exemplo, por conta de sua formação e experiências acadêmicas com marketing e temas de gestão.
Entretanto, um convite de Alaor mudou o foco de planejamento da então recém-formada. "Meu pai foi assertivo pois tive essa formação para atuar em uma empresa extremamente corporativa, com gestão profissionalizada", diz ela ao recordar a proposta para que tivesse uma experiência inicial na empresa da família. Ela começou a trabalhar no PASI logo após sua formação, em 2005.
Naquela época, a empresa tinha cerca de 30 funcionários mas já contava com uma demanda de marketing significativa, e, dessa maneira, Fabiana encabeçou a criação do departamento na empresa. "Comecei no marketing e, um ano depois, meu pai me deu alguns desafios nas áreas administrativa e de estrutura", recorda.
Pouco tempo depois, ela também coordenou os projetos da mudança de sede do PASI, o que a motivou a planejar uma estrutura para longo prazo, pelas perspectivas para o negócio da família, e a fez ter contato com as questões operacionais.
Esse processo foi importante pois aliou a vocação de atendimento comercial e prática do mercado de seguros do pai, com o perfil de gestora empresarial da filha. "Por isso deu certo. Já tínhamos uma visão de inovação e de questões mercadológicas de seguros consolidadas dentro do PASI quando entrei, mas não tínhamos ainda uma gestão profissionalizada dentro da empresa familiar e como eu tinha essa formação, isso tornou-se um desafio para mim".

Resultados das mudanças de gestão

Com o objetivo de profissionalização da empresa familiar, Fabiana compartilha que foram implantados diversos recursos, como estruturação de organogramas, divisão das áreas, inserção do departamento de Recursos Humanos, entre outras iniciativas. "Trouxemos profissionais capacitados do mercado, consultoria de recursos humanos para capacitar a equipe, pois tínhamos pessoas que vinham de uma gestão diferente", comenta sobre o preparo dos colaboradores durante o processo de mudanças na gestão do PASI. O trabalho intenso de aprimoramento não parou nos anos seguintes à entrada da profissional, e se tornou um processo de aperfeiçoamento constante. 

Para transformar o então ambiente do PASI em uma empresa com a gestão almejada por Fabiana desde o período de seus estudos, a executiva frisa que foram imprescindíveis processos, comprometimento das pessoas, mudanças internas, de paradigmas pelo fato de ser uma empresa familiar, regras de governança, e divisão de responsabilidades entre os níveis hierárquicos. "Foi uma construção que começou depois de uns três anos que eu estava aqui. E agora, após 12 anos, já temos essa estrutura bem consolidada, profissional e ainda em evolução", destaca Fabiana.

Expansão de atendimento

Atualmente, o PASI conta com 80 colaboradores e, apesar de não possuir o tamanho de uma grande corporação, tem mecanismos internos de controle e de gestão totalmente alinhados com empresas desse porte. Nesse cenário, mecanismos de avaliação de desempenho e de controle são exemplos de como o PASI se estruturou no decorrer dos últimos anos.
Com a reestruturação, profissionais que foram incorporados às novas práticas e o DNA inovador e comercial de seguros trazido por Alaor, o PASI expandiu o potencial que tinha para outros ramos, além da expansão geográfica, por meio das estruturas de ponto de apoio em diversos estados, equipes remotas e recursos tecnológicos.
Os investimentos para a gestão profissionalizada também refletem no atendimento ao corretor de seguros e ao segurado. Fabiana atribui isso ao fato de a empresa ter aliado a evolução necessária com a essência do projeto vislumbrado por seu pai. "Apesar de ser uma empresa com estruturação profissional corporativa, processos com parâmetros definidos, é uma empresa que, por ser familiar e ter pessoas que trabalham aqui há muito tempo, mantém o vínculo com uma tratativa diferenciada", explica a diretora do PASI.
Na prática, isso se traduz em uma relação de proximidade com os corretores, valorização dos parceiros e dos segurados da mesma maneira como era feito no passado.
Alaor Silva Júnior comenta que na época em que fez o convite à filha, não imaginou que ela iria absorver tantas responsabilidades e acolher seus sentimentos de continuidade e necessidade da entrega do seu projeto. "Associado à minha decisão de convidar uma filha para, do meu lado, buscar crescimento, percebi logo após a sua integração à equipe que eu tinha também trazido a pessoa que daria continuidade à minha construção, que foi evoluída com fortes sentimentos de responsabilidade social, empresarial, institucional, técnica e comercial".

Evolução das coberturas

Durante os últimos 28 anos, as coberturas disponibilizadas pelo PASI também acompanharam a evolução das demandas do público. Alaor lembra que no primeiro ano de comercialização, a proposta do atendimento era encantar o beneficiário no primeiro contato com a proteção, que era um seguro de vida e acidentes pessoais destinado ao titular, com cônjuge e filhos como beneficiários.
Naquela época, as coberturas eram semelhantes às comercializadas pelo mercado como um todo, então, o que fez a diferença na atuação do PASI foi a maneira de tratar e se relacionar com o consumidor. "Além da inovação de se fazer algo simples na contratação, manutenção e efetivação", destaca o idealizador do projeto.
Nesse processo, o fator eficiência também foi importante, e o PASI inovou ao agilizar o pagamento das indenizações em 24 horas após entrega da documentação, característica mantida até os dias atuais.
Outra prática ainda mantida é a aceitação independente do número de funcionários da empresa, até mesmo pelo fato de o seguro ser voltado a Convenções Coletivas de Trabalho, e o objetivo ser facilitar os processos para as empresas cumprirem as obrigações.
Conforme o idealizador do PASI, recentemente a empresa identificou a possibilidade de atender simultaneamente empregados e empresas empregadoras, por meio do reembolso à empresa por acidente laborativo pelos custos com os 15 primeiros dias de afastamento do funcionário, que também é reembolsado pela perda parcial de salário que ocorre após o afastamento.
Um homem e uma mulher estão na capa de uma revista

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Por Seguro PASI 6 de agosto de 2026
O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.
Por Seguro PASI 30 de julho de 2026
Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial. 
Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
Por Carol Lopes 1 de julho de 2026
O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.
Por Seguro PASI 17 de junho de 2026
Entenda o que é seguro de vida em grupo, como funciona, vantagens para empresas e por que ele é essencial para proteger seus colaboradores.
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