Revista Cobertura publica as Perspectivas para 2017

20 de dezembro de 2016

Revista Cobertura publica as Perspectivas para 2017

Revista Cobertura publica as Perspectivas para 2017 

Depois de um ano bastante apreensivo e cheio de expectativas em torno do cenário político e econômico do país, 2017 está chegando, o que cria aquela sensação de uma nova esperança, um ano melhor, e em estar preparado para mudanças que venham a ocorrer. E as seguradoras seguem nessa linha.

"2016 foi bastante desafiador e, em momentos como este, clientes e corretores exigem ainda mais das empresas, especialmente na área de serviços. Por isso, o foco no atendimento excepcional a clientes e corretores seguirá sendo uma das nossas principais diretrizes, pois acreditamos que este tem sido um dos principais ingredientes para o nosso sucesso", diz Marcos Machini, vice-presidente comercial da Liberty Seguros.

Segundo ele, "seguir fomentando a cultura interna de melhoria contínua e trabalhar para oferecer produtos cada vez mais inovadores também faz parte dos nossos planos. Acreditamos que, mais do que nunca, é fundamental acompanhar o dinamismo do setor e da sociedade, estando abertos a mudanças, experimentando mais, arriscando e nos mantendo preparados para nos adaptar rapidamente a qualquer situação".

João Nogueira Batista, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, prevê que 2017 irá marcar o início da retomada do crescimento dos negócios no setor de infraestrutura. "Será ainda um ano de ajuste macroeconômico que precisa ser realizado para permitir o início de um novo ciclo de investimentos no país. No ambiente econômico, começam a aparecer sinais de esperança, mas o nível de incertezas ainda é forte", analisa.

Ele conta que a companhia vem se preparando para a implantação de novos canais de distribuição que permitirão um novo ciclo de crescimento a partir de 2017. "Estimamos que a parceria firmada com a Bradesco Seguros vai permitir à Swiss Re Corporate Solutions um crescimento em patamares próximos a 15% ao ano pelos próximos anos", antecipa.

Antonio Trindade, presidente da Chubb no Brasil, antecipa que em 2017, a seguradora buscará cada vez mais se diferenciar no Brasil em seguros para médias e pequenas empresas. "Para este mercado, continuaremos desenvolvendo recursos para que nossos parceiros aumentem de forma gradativa tanto a escala de produção quanto a área de abrangência de seus negócios. Assim, a companhia se firmará como a melhor opção do mercado brasileiro em proteções para empresas de todos os portes", especifica.

Segundo ele, a sinergia alcançada entre os integrantes da Chubb no Brasil e o acesso aos conhecimentos produzidos pela rede mundial de unidades da companhia permitirão lançamentos mais frequentes de produtos e serviços no País. "Em especial, adequaremos para o mercado local algumas das novidades da seguradora que alcançaram sucesso em outros países. Entre várias outras frentes, vamos ainda seguir ajudando os corretores e parceiros a comercializarem novas proteções como D&O e Responsabilidade Civil Profissional com a mesma desenvoltura com que já ofertam coberturas tradicionais como incêndio, raio e explosão".

Diretora Executiva do PASI, Fabiana Resende diz que 2016 foi um ano difícil, mas de muito aprendizado. "E apesar de todos os desafios, nós conseguimos alcançar com êxito nossas metas de crescimento e expansão", revela. Ela analisa que 2017 marcará o início da recuperação da economia, o que refletirá positivamente nos negócios e em todo o mercado segurador, principalmente com o aquecimento de setores estratégicos da economia que devem receber pacotes de incentivo do governo conforme tem sido anunciado.

"E nós estamos com ótimas expectativas para 2017, reforçamos nosso time comercial e estratégico, estamos trabalhando com centenas de novos corretores em todo o país, investimos em regiões e em segmentos que antes não eram foco de nossa atuação. Tudo isso tem trazido mais equilíbrio e sustentabilidade ao PASI e certamente potencializará nossas conquistas e evolução no próximo ano", afirma Fabiana.

Promissor

Na Nortix, o diretor Comercial, Artur Giansante, analisa que não há mais como retrair a economia e que, por isso, 2017 tende a ser um ano melhor. "Esperamos que os planos do governo se mantenham e que, com isso, o mercado ganhe confiança para reinvestir novamente, o que gera empregos, negócios e uma perspectiva muito melhor para todos. Acreditamos que as melhorias começarão no segundo semestre e que o ano, como um todo, será mais positivo para a economia e para o mercado segurador", expõe.

"Mesmo diante do cenário econômico, eu vejo que o mercado de seguros está reagindo bem, crescendo e com alguns segmentos despontando mais. Vejo que os corretores estão repensando sua forma de atuação, tentando diversificar suas carteiras. Este é o caminho, com as companhias os apoiando. Mas também acredito que 2017 será um ano difícil e as seguradoras terão de mostrar mais eficiência. Porém, estou otimista de que será um ano melhor", presume Hélio Hiroshi Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros.

Diretor Comercial da Sompo Seguros, Wilson Lima também está otimista. "A nossa expectativa de crescimento para 2017 é grande, entre 15% e 20%. Estamos planejando lançar novos produtos, estaremos atentos às necessidades dos nossos clientes e o nosso foco continuará sendo no atendimento aos corretores e aos nossos segurados", expõe.

Milca Pereira Zambrini, diretora executiva da Alfa Seguradora, diz que não há como negar que 2016 foi um ano muito desafiador para o mercado de seguros e para todos os setores da economia. "O lado bom é que estamos terminando o ano de forma equilibrada para a Alfa, sobrevivendo bem e buscando uma perspectiva de crescimento para 2017. Nós pretendemos com alguns produtos diferenciados buscar um mix de mercado e explorar outros canais", antecipa.

Entre eles, ela cita o recém-lançado seguro viagem. "Nós pretendemos avançar bastante nesta linha, como também na área de pessoas e propriedades, além do seguro automóvel. Nós buscaremos um crescimento de forma estruturada e sustentável, como já é o nosso lema atual", conclui.

Diretor Comercial Regional para o Canal Corretores da MetLife, Gustavo Toledo, diz que em 2017 as oportunidades continuam no segmento de pequenas e médias empresas, como também junto às grandes corporações. "Nós estamos otimistas, percebendo um movimento maior das empresas menores e temos trabalhado fortemente na questão das pequenas e médias empresas com produtos específicos", informa.

Ele comenta que a MetLife também tem atuado fortemente como um parceiro do PASI nas convenções coletivas. "E nós vamos perceber um crescimento mais rápido nesses segmentos que citei e naturalmente as grandes contas, o corporativo acima de 1.000 funcionários, mas para o segundo semestre também haverá uma evolução. Estamos muito otimistas que 2017 será um ano melhor".

Presidente da Essor Seguros, Fábio Pinho, faz um balanço de 2016, antes de falar sobre as expectativas para o próximo ano. "Foi um ano muito bom para nós superou as nossas perspectivas. Nós buscamos nichos, os segmento agrícola, ônibus e construção, acertamos nas parcerias e temos bons clientes como também a fidelidade deles, o que é muito importante, como também temos uma rede de corretores que aumenta exponencialmente", especifica.

Pinho prevê que 2017 será um ano melhor, mas ainda bastante concentrado nos ramos de automóvel, vida e saúde. "Que hoje representam, juntos, cerca de 86% do mercado. Então, a fatia de 14% é a que temos que abocanhar. Acho que ainda acontecerão algumas fusões e aquisições de carteiras, as seguradoras de bancos estão cada vez mais se desfazendo dos grandes riscos, está havendo uma especialização e isso ocorrerá com compras de carteiras", analisa.

Ele também comenta que nos segmentos em que atua, a preocupação do governo em investir em obras públicas é bastante positiva e que um dos motes da Essor tem sido a qualidade das obras. "Como somente a Essor tem o Seguro DFI Compreensivo, tem sido uma batalha individual fazer com que as empresas se preocupem com a qualidade das obras, mas já há sinais de melhorias", revela.

Realizações

João Nogueira Batista, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, comenta que 2016 foi muito importante para o desenvolvimento dos negócios da companhia. "Foi um ano de ajuste na base operacional, com o lançamento de novos produtos e o anúncio da parceria com a Bradesco Seguros. Unir forças com a Bradesco Seguros e criar uma das cinco maiores seguradoras comerciais de grandes riscos do mercado brasileiro é motivo de muita satisfação para nós".

A operação já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e aguarda agora aprovação da Susep. A expectativa é de que seja finalizada no primeiro semestre de 2017. Também em 2016, a companhia apresentou novidades, como o lançamento do seguro paramétrico de índices climáticos. "até então, inédito no país", acrescenta.

Na Chubb, Antonio Trindade, destaca que 2016 ficou marcado pela integração dos legados da ACE e antiga Chubb, "o que deu origem à maior seguradora de capital aberto do Brasil e do mundo em seguros de propriedade e responsabilidade civil - P&C. Com isso, a nova Chubb passou a oferecer produtos e serviços com qualidade visivelmente diferenciada em todos os setores de seguros empresariais, das grandes às pequenas organizações, além de indivíduos e famílias", afirma.

Segundo ele, "no setor de grandes riscos, a Chubb manteve em 2016 a liderança em praticamente todos os nichos corporativos. Com relação ao segmento de pequenas e médias empresas, a seguradora concedeu a todos os seus corretores e parceiros o acesso a um portal que proporciona maior agilidade nos negócios", especifica.

Na Liberty Seguros o foco esteve em três frentes: oferta de um portfólio diversificado, entrega de atendimento excepcional a clientes e canais, e criação de experiência excepcional para funcionários. "Em 2016, por exemplo, lançamos produtos em diversos setores: residência, automóvel, PMEs e Transporte", especifica o vice-presidente da companhia, Marcos Machini.

Segundo ele, "entendemos que cada atendimento conta. Por isso, desde o desenho dos nossos processos e níveis de serviço até o treinamento das nossas equipes, a voz do cliente e corretor sempre está presente. Temos, por exemplo, corretores conselheiros com os quais validamos soluções para melhorar nosso negócio, cada vez trazendo mais valor para o mercado. E também o nosso modelo de gestão (LMS) está baseado na capacidade de trazer ideias dos funcionários para promover a melhoria contínua", finaliza.



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Por Seguro PASI 6 de agosto de 2026
O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.
Por Seguro PASI 30 de julho de 2026
Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial. 
Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
Por Carol Lopes 1 de julho de 2026
O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.
Por Seguro PASI 17 de junho de 2026
Entenda o que é seguro de vida em grupo, como funciona, vantagens para empresas e por que ele é essencial para proteger seus colaboradores.
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