PASI - Relevância no seguro para os trabalhadores

16 de dezembro de 2016

PASI - Relevância no seguro para os trabalhadores

PASI - Relevância no seguro para os trabalhadores

O presidente do Plano de Amparo Social Imediato (PASI), Alaor Silva Junior, explica como o produto se tornou um formidável mecanismo de inserção econômica e social em 27 anos de história. Entrevista concedida a Carlos Alberto Pacheco, exclusiva à Segurador Brasil

Revista Segurador Brasil – Hoje, o Plano de Amparo Social Imediato atende a cerca de 2,5 milhões de segurados em todo o Brasil, entre titulares e dependentes, em 27 anos de trajetória no mercado. A quais fatores o senhor atribui o sucesso da fórmula do PASI?

Alaor Silva Júnior – Desde a época em que lançamos o nosso projeto, fomos galgando cada degrau com muita responsabilidade. Começamos no marco zero, em 1º de junho de 1989, com 17 convênios e 9.250 vidas. Logo no início, percebemos que a operação permitia o desejo de indenizar as famílias de baixa e média renda. Queríamos encantar com a velocidade da indenização, tramitando com um mínimo de burocracia em relação ao sinistro. A indenização em 24 horas, após o recebimento de completa documentação, é um dos fatores que nos permitiu sentir que tínhamos acertado na mosca no nosso propósito. Quem recebeu a primeira indenização em 24 horas, no dia 8 de junho, foi um beneficiário, irmão de uma professora da Universidade Federal de Ouro Preto, proprietário de construtora em Belo Horizonte, com 800 empregados. Ele ficou tão satisfeito que, ao dar o seu cartão, afirmou: “Você ganhou 800 novas vidas”.

SB – Quando o senhor decidiu procurar o segmento da construção civil?
ASJ – No segundo mês de vigência do PASI, ele foi aprimorado. Procurei então o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Propus um produto desenhado na medida certa para suprir as carências do setor e com pronto atendimento. A diretoria gostou muito. Naquele momento, percebi que poderia ser mais ousado. Aí nasceu o mecanismo de acessibilidade, ou seja, as Convenções Coletivas de Trabalho. A pedido do Sinduscon-MG, o produto foi inserido como sugestão numa cláusula de convenção coletiva. A inserção do benefício do seguro de vida nas exigências sindicais nasceu por esta iniciativa do PASI, inédita até o momento. O objetivo era oferecer aos seus associados a contratação de um seguro que desse conforto e apoio financeiro às suas famílias no momento de perda do provedor. Aos poucos fomos ganhando mais empresas e adeptos. Por um investimento tão pequeno, o ganho social é gigantesco.

SB – Afinal, qual é o segredo do PASI pagar indenizações em 24 horas?
ASJ – O segredo é a nossa vocação, o nosso DNA. Quando implementamos o PASI, não desenvolvemos o produto e, sim, o mecanismo de acessibilidade e a velocidade da indenização. Identificamos um mecanismo interno de indenizar rapidamente. A minha primeira experiência foi em 1988. Mas, em 89, provei para mim mesmo que podíamos pagar em 24 horas. A Vera Cruz Seguradora, na época, me garantiu o pagamento neste período de tempo. O gesto da companhia, em acreditar neste propósito, fez a diferença. E veja que não basta apenas pagar e sim processar, dignificar as relações entre as empresas e as pessoas.

SB – Há projetos de expansão da empresa para os próximos anos?
ASJ – Sim. Estes projetos são consequência natural do que estamos fazendo. Queremos buscar novas alternativas de crescimento na abrangência do PASI, que abriu um mercado, até então inexistente, para mais de 33 milhões de trabalhadores com carteira assinada. A cada ano, novas convenções coletivas contemplam o modelo PASI, mesmo sem nossa interferência direta. Muitas entidades e setores estão aderindo ao modelo com um custo pequeno e benefício social e econômico extraordinário. Neste panorama atual da economia, o PASI se tornou uma grande moeda de troca às empresas e aos sindicatos que poderiam oferecê-lo aos seus membros. Vivemos um momento de expansão de novas frentes. Acreditamos que o projeto está pronto para expansão, desde que as empresas ganhem oxigênio para poder contratar mais, superada a situação de turbulência na economia.

SB – Comente a respeito dos novos produtos que já foram ou serão anunciados pelo PASI.
ASJ – Em geral, quando falo de novos produtos, na verdade, trata-se de novos incrementos. Temos uma árvore com uma espinha dorsal e o tronco. Dali nascem os galhos. Os produtos considerados mais imediatos são os novos galhos desta espinha dorsal ligada a uma grande árvore com propósitos sociais e econômicos. Quando lançamos um produto ou uma nova cobertura, este já passou por experimentos, estudos de viabilidade e cálculos financeiros. Na verdade, estamos lançando novas oportunidades que garantam inserção social no país. Quando temos esta iniciativa, atraímos outros concorrentes para a nova oportunidade gerada e gostamos disto, pois de alguma forma, disciplinamos o mercado, pois queremos que os negócios tenham parâmetros de qualidade.

SB – Em sua análise, quais são os principais diferenciais do PASI em termos de coberturas e benefícios?
ASJ – Em geral o PASI trabalha com todas as coberturas disponíveis para contratação no ramo de seguro de vida em grupo. Possuímos algumas coberturas especialmente formatadas e algumas até exclusivas para atender o nosso público consumidor, dentre elas destacamos a Cesta Natalidade, quando nasce uma criança, nós contemplamos o trabalhador com o kit mãe (alimentação) e o kit bebê (higiene) – uma cesta de produtos de primeira linha. Mas, em outras tantas situações, a criança nascia e a família não tinha condições de arcar com determinadas despesas. Lançamos, então, o Bona (Bônus por Nascimento). Além dos kits, o trabalhador receberá uma quantia em dinheiro para comprar fraldas, providenciar vacinas, exames e consultas médicas. As inovações não pararam por aí. Em 2016 lançamos a Assistência Social, Psicológica e Nutricional que possui uma central com profissionais dedicados e especializados nestas áreas para atender os segurados de baixa renda que normalmente não tem acesso a este tipo de serviço. Outra cobertura lançada recentemente foi a REAL – Reembolso à Empresa por Acidente Laborativo, uma inovação do PASI que já tem tido grande aceitação por parte dos nossos clientes e também a PAED – Pagamento Antecipado Especial por Consequência de Doença profissional, criada para beneficiar os trabalhadores inválidos para determinada atividade, mas que estão aptos para exercer outra atividade em outro ramo de atuação.

SB – Comente mais a respeito da Assistência Social, Psicológica e Nutricional Diferenciadas e do Reembolso à Empresa por Acidente Laborativo.
ASJ – Recentemente, apresentamos ao mercado duas oportunidades que contemplam demandas reprimidas. A primeira cobertura é denominada Assistência Social, Psicológica e Nutricional Diferenciadas (ASPN). Detectamos situações de empregados alcoólatras, filhos viciados em drogas e conflitos familiares, por exemplo. Estas pessoas não têm acesso a um psicólogo para ajudá-los. Encontramos uma equipe especializada que estudou o PASI e propôs fornecer esta cobertura a distância. Hoje, há uma estrutura específica do PASI para a ASPN, sobretudo no período do pós-luto, na morte do provedor, via telefone 0800, com anuência do Conselho Regional de Psicologia. A REAL - Reembolso à Empresa por Acidente Laborativo é outra importante cobertura e oportuna neste momento difícil que passa a economia brasileira. Todo trabalhador que se acidenta e se afasta, após 15 dias, o empregador terá de pagar aquele período. Então nós decidimos reembolsar os custos vinculados a este afastamento para amparar o empregador, bem como procedemos à reposição da perda salarial ao empregado.

SB – As coberturas vão além da esfera dos empregados, não?
ASJ – Exatamente. Além de contemplar o funcionário, olhando para o lado do empregador, em 1995, fizemos uma revolução na época. Naquele ano, nasceu o reembolso à empresa por rescisão trabalhista. É fato: no contexto da morte de um trabalhador, o empresário não espera indenizar a família. A iniciativa foi um sucesso. Ao falecer o trabalhador, há o pagamento de rescisão trabalhista. Oferecemos um capital de 10% desta despesa, espécie de cobertura acessória, porque o empregador não esperava arcar com este tipo de custo. Na época todos foram surpreendidos, pois foi uma grande revolução o pagamento feito para o empregador, algo totalmente justificável pois, havia uma reposição de perda financeira em função de uma despesa inesperada. Hoje todo o mercado aderiu e já trabalha com esta cobertura.

SB – Em termos de inovação, o que inclui evolução tecnológica, como o PASI está inserido neste processo?
ASJ – A tecnológica é fundamental para executamos nossa missão de levarmos a proteção do PASI ao máximo de segurados e clientes em todo o país. Com ela conseguimos um grande alcance, já que hoje o PASI está presente em todo território nacional e em alguns pontos não possuímos presença física. Os recursos tecnológicos nos permitem viabilizar as vendas e levar as informações sobre a comercialização e gestão do seguro de forma remota para nossos corretores e clientes. Para o próximo ano estamos com projetos arrojados de expansão tecnológica que vão nos permitir aprimorar ainda mais nossos processos e virtualizar o nosso ambiente de negócio junto ao corretor.

SB –Podemos dizer que o PASI é o exemplo mais bem sucedido do microsseguro?
ASJ –Se você verificar o histórico do microsseguro no Brasil, passando pelas normatizações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), você irá encontrar informações de que o PASI é o primeiro de seu gênero no País e recomendado pela Comissão Consultiva de Microsseguro da Susep como um exemplo a ser seguido. É bom lembrar que o nosso produto é citado como base em pesquisas feitas que idealizaram o microsseguro. O PASI representa muito bem essa missão. Fomos os pioneiros nisso.



SB – O que está faltando para o microsseguro decolar no mercado nacional?
ASJ – Acreditamos que o que está faltando é o envolvimento das pessoas importantes diretamente envolvidos nesta cadeia. Consumidores e o mercado segurador com experiência sobre o assunto devem ser mais ouvidos. Serei um pouco ousado neste momento e me coloco a disposição da SUSEP para colaborar. Acredito que o PASI com toda sua história e equipe tem muito a contribuir para que algum novo modelo seja desenvolvido e que possa efetivamente viabilizar com que o microsseguro decole no Brasil.

SB – Faça um balanço da parceria PASI/MetLife.
ASJ – No dia 31 de outubro de 2016 foram completados dois anos de parceria. A MetLife está alinhada e buscando com o PASI as melhores performances operacionais e técnicas. O objetivo em comum é nos preparar neste cenário difícil para vivenciar o momento seguinte de boas expectativas. Estaremos preparados com certeza para atender às demandas que virão numa situação mais favorável da economia. Só temos a comemorar nestes dois anos. A nossa parceira é uma companhia que cumpre bem o seu papel.

SB – Em sua opinião, o trabalhador brasileiro possui, hoje, a exata consciência da importância de seguro de vida?
ASJ – Existe um processo de aculturamento dos funcionários de segmentos que adotaram o nosso modelo. É certo que os trabalhadores não abrem mão do seguro de vida em grupo, sobretudo o próprio PASI, em suas empresas. É inadmissível os empregados, especialmente na construção civil, não terem seguro de vida, pois integram uma profissão de risco. E garanto que nos seguros coletivos essa cultura cada vez mais já se faz presente.

SB – O Brasil vive o problema do desemprego, que afeta várias categorias. A demissão faz o profissional perder benefícios, como plano de saúde e seguro de vida. Como o PASI avalia esta situação de perda de emprego de grande número de trabalhadores?
ASJ – É assustadora a situação do país como um todo e aí incluo o desemprego. Neste contexto, nos esforçamos em compensar com alternativas inovadoras, conscientizando as empresas da necessidade do benefício do seguro. Também conscientizamos os corretores na venda do PASI porque, embora o valor das faturas seja pequeno, sua atuação é imprescindível no objetivo maior de inserção social, nos ajudando no cumprimento desta missão. Queremos mostrar ao corretor que o seguro de vida coletivo é um nicho de mercado importante, tornando-se uma excelente opção de aumento do volume de suas carteiras. Estamos trabalhando em várias frentes. Nós deveremos crescer 10% em 2016. A nossa matéria prima são os empregados. Deus tem nos protegido em manter a nossa nau na direção certa em um mar revolto.

SB – Quais são as perspectivas do PASI para 2017?
ASJ – 2016 foi um ano difícil, mas de muito aprendizado e apesar de todos os desafios conseguimos alcançar com êxito nossas metas de crescimento e expansão. Acreditamos que 2017 será um ano de início de recuperação da economia e isto refletirá positivamente em nosso negócios e em todo o mercado segurador, principalmente com o aquecimento de setores como a estratégicos da economia, que devem receber pacotes de incentivo do governo conforme tem sido anunciado. Estamos com ótimas expectativas para 2017, reforçamos nosso time comercial e estratégico, estamos trabalhando com centenas de novos corretores em todo o país, investimos em regiões e em segmentos que antes não eram foco de nossa atuação e tudo isto tem trazido mais equilíbrio e sustentabilidade ao PASI e certamente potencializará nossas conquistas e evolução no próximo ano.

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Por Seguro PASI 6 de agosto de 2026
O Medicamento Garantido é o benefício corporativo do PASI que disponibiliza um crédito mensal para a compra de medicamentos prescritos em qualquer farmácia física ou digital do Brasil, com pagamento via PIX e jornada pelo PASI Super App. O PASI lança o Medicamento Garantido para ampliar o portfólio de benefícios em saúde e bem-estar e responder a um problema concreto: no Brasil, o remédio é uma das maiores fontes de despesa direta das famílias, e um tratamento adiado por falta de recursos custa caro para o colaborador, para a família e para a empresa. Este artigo explica o que é o benefício, como ele funciona, quais são os planos e por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa. O que é o Medicamento Garantido? O Medicamento Garantido é uma assistência 100% digital que dá ao colaborador um valor mensal, em crédito, para comprar medicamentos prescritos na farmácia de sua preferência (física ou online), pagando via PIX diretamente pelos créditos do aplicativo. Diferentemente de redes credenciadas ou de descontos amarrados a lojas específicas, o benefício preserva a liberdade de escolha: o colaborador usa o crédito onde quiser, em qualquer farmácia do país. Quando já possui descontos próprios (convênio, cartão de fidelidade da farmácia), pode aplicá-los normalmente antes de pagar via PIX. O crédito é mensal e não cumulativo: todo mês o valor do plano é renovado e não se acumula de um período para o outro. O uso exige prescrição médica e conta com suporte de assistência farmacêutica por WhatsApp, com orientação sobre os medicamentos e seu uso correto, um ponto especialmente relevante em um país onde a automedicação é comum. Como funciona o Medicamento Garantido? Passo a passo Usar o benefício leva poucos minutos e acontece inteiramente no aplicativo, do envio da receita ao pagamento. Acesse o PASI Super App, entre em Meus Seguros e, no acionamento rápido, procure por "Medicamento Garantido". Na tela do benefício, confira as informações de crédito disponível e toque em "Comprar". Tire uma foto ou anexe a receita médica. Escaneie o código de barras do medicamento com a câmera ou digite o código manualmente. Confirme o pedido, escolhendo a quantidade do medicamento. Pague com PIX, lendo o QR Code com a câmera ou copiando a chave. Fotografe ou anexe o cupom fiscal para validação. Se o valor total da compra ultrapassar o limite de crédito disponível, o colaborador usa o saldo em um primeiro pagamento e complementa o restante com recurso próprio. Por que o acesso a medicamentos virou pauta de saúde corporativa? O gasto com remédios pesa no orçamento das famílias, a automedicação é generalizada e os afastamentos por saúde mental atingiram recorde. Três realidades que impactam diretamente a presença e a produtividade das equipes. Os números ajudam a dimensionar o problema: 46% dos gastos com saúde das famílias brasileiras são com medicamentos, segundo estudo do Banco Mundial. 77% dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicaram, de acordo com pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) com o Instituto Datafolha, divulgada em 2019. Quase metade (47%) o faz pelo menos uma vez por mês. Colaborador saudável é colaborador presente. Ao remover a barreira financeira que faz um tratamento ser adiado ou interrompido, o benefício atua na origem do absenteísmo e reforça a percepção de cuidado da empresa. A proposta está diretamente conectada aos desafios atuais da saúde no país: uma parcela significativa dos gastos das famílias vai para remédios ao mesmo tempo em que a automedicação segue comum, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acesso, orientação e uso consciente. Vale a distinção em relação ao plano de saúde: ele costuma cobrir consultas e exames, mas raramente medicamentos de uso contínuo ou pontual. O Medicamento Garantido é complementar e cobre justamente a despesa que sobra para o bolso do colaborador. O que minha receita precisa ter? Para que a compra seja validada, a receita precisa conter os dados que comprovam a prescrição e identificam paciente e médico. São seis exigências: Nome do paciente: titular do plano ou dependente cadastrado. Não é permitida a compra para pessoas não cadastradas pela empresa. Data da prescrição: a receita precisa estar datada e dentro da validade. Nome, dosagem e instrução de uso dos medicamentos: apenas os medicamentos que constam na receita podem ser adquiridos. Nome e CRM do médico. Assinatura e carimbo do médico, obrigatórios quando a receita não é digital. Se for digital, deve conter o QR Code no lugar da assinatura e do carimbo. Dados do estabelecimento: nome e endereço da clínica ou hospital onde a receita foi emitida. Perguntas frequentes A receita médica é obrigatória para comprar? Sim. Sem receita médica válida não é possível adquirir medicamentos pelo benefício. De quanto em quanto tempo o crédito é renovado? A cada 30 dias. O crédito não é cumulativo: todo mês é disponibilizado o valor correspondente ao plano contratado. Posso comprar em qualquer farmácia do Brasil? Sim. Basta escolher a farmácia de sua preferência, física ou online, em qualquer lugar do país, e realizar a compra pelo app. Posso usar desconto de rede conveniada junto com o benefício? Sim. Se você tem algum desconto, peça ao farmacêutico para aplicá-lo e pague normalmente pelo aplicativo. Quais medicamentos são cobertos no meu plano? Depende do plano contratado pela empresa. E se a compra ultrapassar meu limite de crédito? Use o crédito disponível em um primeiro pagamento e complete o restante com seu próprio recurso. Como faço o pagamento via PIX? Peça ao caixa da farmácia o QR Code ou a chave PIX e pague diretamente pelo aplicativo, usando o saldo do benefício. A saúde do seu colaborador não pode esperar. Fale com o PASI e faça uma cotação.
Por Seguro PASI 30 de julho de 2026
Marcelo, que assumiu a posição de Head de Negócios Estratégicos no início do ano, liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de novas oportunidades comerciais, relacionamento com parceiros e crescimento da operação. Diante dos resultados alcançados e de um movimento de evolução que já vinha ocorrendo de forma natural, foi convidado para assumir a Diretoria Comercial. A mudança marca uma nova etapa para a companhia, que passa a fortalecer ainda mais uma atuação comercial orientada pela estratégia, pela proximidade com corretores e parceiros de negócios e pela geração de valor para o mercado. Para Marcelo Reis, assumir a nova função representa dar continuidade a uma trajetória construída sobre inovação e relacionamento. "Assumir a Diretoria Comercial do PASI é, antes de tudo, um grande desafio e também uma enorme honra. O PASI é uma referência no mercado brasileiro de seguros de pessoas, com uma trajetória marcada por inovação, protagonismo e consistência. Fazer parte desse novo capítulo, com a responsabilidade de manter viva essa característica histórica, me motiva profundamente." Segundo o executivo, o foco da nova gestão será ampliar a presença nacional da companhia de forma estruturada, fortalecendo a atuação consultiva junto aos parceiros comerciais. "Queremos levar o DNA do PASI a todas as regiões do Brasil, ampliando nossa presença de forma estruturada e sustentável. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais nosso posicionamento como especialistas em seguros de pessoas, oferecendo soluções personalizadas e gerando valor para corretores, entidades e clientes." A área Comercial passa a atuar de forma ainda mais integrada às demais áreas estratégicas da empresa, reforçando o desenvolvimento de produtos, a proximidade com o mercado e a construção de soluções alinhadas às necessidades dos diferentes segmentos atendidos. Com 37 anos de atuação, o PASI vem consolidando sua posição como especialista em seguros de pessoas, desenvolvendo soluções voltadas à proteção de trabalhadores e seus familiares, em parceria com corretoras, entidades de classe e empresas em todo o país. Sobre Marcelo Reis Antes de ingressar no PASI como Head de Negócios Estratégicos, Marcelo Reis atuou em posições de liderança em empresas do setor, acumulando experiência na expansão de mercados, estruturação de parcerias estratégicas e desenvolvimento de soluções para o segmento de seguros. No PASI, liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da atuação estratégica da companhia, movimento que culmina agora com sua nomeação para a Diretoria Comercial. 
Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
Por Carol Lopes 1 de julho de 2026
O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.
Por Seguro PASI 17 de junho de 2026
Entenda o que é seguro de vida em grupo, como funciona, vantagens para empresas e por que ele é essencial para proteger seus colaboradores.
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