NR-1 e gestão dos riscos psicossociais: como organizar o cuidado com a saúde mental de forma estruturada

20 de abril de 2026

NR-1 e gestão dos riscos psicossociais: como organizar o cuidado com a saúde mental de forma estruturada

O dia a dia dos trabalhadores está mudando em ritmo acelerado. 


Modelos híbridos, metas cada vez mais desafiadoras, transformações tecnológicas e novos formatos de relacionamento profissional trouxeram ganhos importantes, mas também ampliaram a pressão emocional dentro das organizações.


Nesse cenário, a saúde mental no trabalho deixou de ser um tema periférico para se tornar parte central da estratégia de gestão de pessoas. 


Empresas que cuidam de suas pessoas de forma estruturada constroem ambientes mais saudáveis, sustentáveis e produtivos.


É nesse contexto que a NR-1 ganha relevância. 


Mais do que um conceito técnico, ela convida as empresas a organizarem o cuidado com os riscos psicossociais, integrando saúde, bem estar e gestão de forma clara e contínua. 


Quando bem conduzida, essa organização se transforma em valor real para pessoas e negócios.



O que são riscos psicossociais

Os riscos psicossociais estão relacionados à forma como o trabalho é organizado, às relações interpessoais e às condições emocionais vividas no dia a dia profissional.

 

Eles podem se manifestar de diferentes formas, como:


  • Excesso de demandas e sobrecarga constante
  • Falta de clareza de papéis e expectativas
  • Conflitos interpessoais ou liderança pouco acolhedora
  • Clima organizacional desfavorável
  • Jornadas prolongadas e dificuldade de desconexão


Quando não são observados e gerenciados, esses fatores afetam diretamente a saúde mental das pessoas.

 

O impacto aparece no aumento do estresse, da ansiedade, da exaustão emocional e, em casos mais graves, no desenvolvimento de quadros como o burnout no trabalho.

 

Para as empresas, os reflexos também são claros: queda de engajamento, perda de produtividade, aumento de afastamentos por saúde mental e dificuldade de retenção de talentos.

Por que as empresas precisam organizar esse cuidado

Organizar a gestão dos riscos psicossociais não é apenas uma boa prática. É uma forma inteligente de cuidar das pessoas e, ao mesmo tempo, proteger a sustentabilidade do negócio.

 

Dados da OMS apontam que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros vivenciam algum tipo de transtorno mental ao longo da vida profissional.

 

Esse informativo ajuda a dimensionar a relevância do tema e reforça a importância de ações preventivas e estruturadas.

 

Empresas que investem em bem‑estar no trabalho colhem benefícios consistentes:


  • Ambientes mais seguros emocionalmente
  • Times mais engajados e colaborativos
  • Redução de afastamentos e rotatividade
  • Melhora no clima organizacional
  • Decisões de gestão mais embasadas em dados


A NR‑1 funciona como um ponto de partida para organizar esse cuidado, trazendo clareza sobre processos, responsabilidades e acompanhamento contínuo.


A trajetória do PASI no cuidado com saúde mental

O PASI atua no cuidado com a saúde mental nas empresas desde 2016, sempre com uma abordagem humana, acessível e estruturada.

 

Ao longo dessa trajetória, a empresa desenvolveu soluções que combinam acolhimento, prevenção e gestão integrada.


Um dos grandes diferenciais é a Central de Amparo PASI, que oferece suporte especializado e orientação em momentos sensíveis, garantindo que colaboradores não estejam sozinhos quando mais precisam.


Esse histórico reforça o compromisso do PASI com soluções que vão além do discurso.


São iniciativas construídas a partir da escuta ativa das empresas e das pessoas, com foco em cuidado real e impacto positivo no dia a dia corporativo.

O que é o PASI NR‑1

O PASI NR‑1 é uma solução própria integrada, que conecta diagnóstico, acompanhamento e tomada de decisão em um único ambiente. Desenvolvida para apoiar empresas na gestão dos riscos psicossociais de forma simples, contínua e organizada.


Além disso, o sistema conta com a Serena, uma IA especializada em saúde mental, desenvolvida e continuamente aprimorada há mais de dois anos, para atender de forma específica e qualificada às demandas dessa área.


Tudo foi pensado para facilitar a rotina das áreas de gestão de pessoas, sem perder o olhar humano sobre quem está no centro do processo.


Com o PASI NR‑1, as empresas conseguem estruturar o cuidado com a saúde mental de forma clara, acompanhando indicadores, identificando pontos de atenção e promovendo ações preventivas ao longo do tempo.

QUERO CONHECER A SOLUÇÃO

Principais diferenciais do PASI NR‑1

COPSOQ II integrado ao PGR


O diagnóstico utiliza o instrumento científico mais consolidado no mundo para avaliação de riscos psicossociais, validado internacionalmente e referenciado pela OIT e pelo NIOSH. Os resultados já são entregues no formato exigido pelo GRO/NR‑1, prontos para uso no PGR.

 

Criptografia com token individual (HMAC)


Cada participante recebe um token criptográfico único. Os resultados só são exibidos quando há número mínimo de respondentes por grupo,
impedindo qualquer identificação individual e aumentando a adesão e a honestidade das respostas.

 

Ciclo GRO completo



Pesquisa, diagnóstico, plano de ação, apoio emocional contínuo e monitoramento acontecem em um único ambiente.

 

PGR gerado automaticamente

 

Os capítulos de riscos psicossociais do PGR são produzidos com base nos dados coletados, incluindo a matriz P × S (Probabilidade × Severidade) exigida pela norma.

 

Escalável para qualquer estrutura

 

A plataforma permite análises segmentadas por setor, unidade ou Grupo de Exposição Homogênea (GHE), mantendo o anonimato em cada recorte e facilitando a gestão em empresas com múltiplas operações.

 

Conformidade com a LGPD

 

Tratamento de dados dentro dos limites da Lei Geral de Proteção de Dados, com trilha de auditoria, controle de acesso e políticas de retenção configuráveis.


Assistência em caso de diagnóstico de burnout

Um dos diferenciais mais relevantes do PASI é o cuidado nos momentos mais delicados.


Em casos de diagnóstico de burnout, o PASI oferece uma indenização de R$ 1.000,00, com o objetivo de apoiar o início do tratamento e o processo de recuperação.


Essa assistência reforça o compromisso com um cuidado que vai além da prevenção, acolhendo a pessoa quando ela realmente precisa.



É uma abordagem humana, responsável e alinhada à realidade das empresas e de seus colaboradores.


A Serena é a agente de inteligência artificial do PASI NR-1, desenvolvida e treinada por mais de dois anos, para ampliar o acesso ao cuidado emociona sem fugir do seu propósito de acolher.


Em um cenário em que muitas pessoas não sabem por onde começar quando sentem que algo não vai bem, a Serena atua como um ponto de apoio imediato, acolhedor e confiável.


A gestão dos riscos psicossociais passa pela conversa. 


A Serena nasce com esse propósito: oferecer um canal acessível para que colaboradores possam falar sobre sentimentos, dificuldades e desafios emocionais relacionados ao trabalho ou à vida pessoal. 

Serena: apoio humano, sempre disponível

Ela contribui diretamente para:


  • Reduzir barreiras de acesso ao cuidado emocional
  • Estimular a escuta ativa e o autocuidado
  • Apoiar a identificação precoce de sinais de estresse, sobrecarga e exaustão
  • Fortalecer uma cultura de bem‑estar no trabalho



Cuidar sempre foi o nosso jeito!

Organizar a gestão dos riscos psicossociais é uma forma inteligente de antecipar desafios, fortalecer a cultura de cuidado e construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis.

 

A NR‑1 oferece o direcionamento, e o PASI NR‑1 transforma esse caminho em um processo claro, acessível e contínuo.

 

Com experiência, sensibilidade e soluções estruturadas, o PASI se posiciona como um parceiro estratégico para empresas que desejam cuidar das pessoas de forma responsável e consistente.

 

Investir em saúde mental nas empresas é investir em pessoas, em resultados e no futuro do trabalho.

 

Quer entender como estruturar a gestão dos riscos psicossociais na sua empresa de forma simples e humana?


Conheça o PASI NR‑1, converse com um especialista PASI ou acesse a página institucional do produto.


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Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
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