Vice Presidente do PASI destaca a importância e os desafios da mulher no mercado de seguros

9 de março de 2020

Vice Presidente do PASI destaca a importância e os desafios da mulher no mercado de seguros

Vice Presidente do PASI destaca a importância e os desafios da mulher no mercado de seguros

No domingo (8), foi comemorado o Dia Internacional da Mulher em vários países do mundo e essa data reafirma a importância da mulher na sociedade em diferentes contextos. No setor de seguros as mulheres são protagonistas, de acordo com um estudo sobre Mulheres no Mercado de Seguros no Brasil, realizado pela Escola Nacional de Seguros, em 2019, o público feminino representa 55% do total de colaboradores do setor. 

Fabiana Resende, Vice Presidente Executiva do Seguro PASI, destacou ao CQCS, como ser mulher pode agregar na vida de uma profissional do mercado, e seus principais desafios. 

Fabiana revelou que as mulheres têm o instinto de proteger as pessoas próximas, e isso pode ser uma vantagem para atuar no setor de Seguros. “Instintivamente as mulheres protegem seus entes queridos, e quando conseguem transmitir esse sentimento de forma genuína ao seu meio de atuação, as chances de sucesso aumentam substancialmente”, contou. “Afinal, proteção é a base de todo mercado segurador”, acrescentou.

“A sensibilidade da mulher pode ser um grande diferencial para o mercado de Seguros”, pontuou a executiva. 

Fabiana contou também o que mudou quando se tornou mãe, e como conseguiu conciliar sua vida pessoal e profissional. “A vida é feita de escolhas, e como não se pode ter tudo, muitas escolhas vêm acompanhadas de várias renúncias, porém acho que o mais importante é não se culpar por não dar conta de tudo e seguir firme no propósito maior que é a construção de um legado profissional. E viver o momento a cada instante, pois de nada adianta estar em casa pensando no trabalho e vice e versa. Procuro separar bem meus papéis para não gerar conflito entre minha vida pessoal e profissional, não é tarefa fácil, porém com planejamento e equilíbrio emocional, não é impossível”, disse. 

Entre os desafios do cotidiano, a Vice-Presidente conta que é preciso “jogo de cintura” para não perder o foco. “Dificuldades surgem todos os dias e é preciso ter muito jogo de cintura para lidar com tudo sem perder o foco e não desmotivar. Acredito que a parte mais desafiadora vem da gestão e desenvolvimento das pessoas que compõem minha equipe. Sou muito próxima de todos meus colaboradores, e acredito que a maior parte do meu sucesso vem do apoio e do desenvolvimento deles. E esse desenvolvimento da equipe é uma tarefa árdua, porém, a chave do sucesso, na minha opinião”, ponderou.

Os produtos do mercado que se destinam as mulheres também devem ser explorados, segundo a executiva. “Sem dúvida mulheres têm necessidades específicas e produtos adaptados para esse gênero têm muito apelo e mercado consumidor. Acredito muito nos diferenciais que lançamos para contemplar as mulheres em momentos de plenitude como a Cesta Natalidade e o Bônus por Nascimento”, disse. “Coberturas de risco específicas como câncer de mama também estão em nosso portfólio, e pela grande incidência e fácil acesso acho fundamental as mulheres pensarem em coberturas deste tipo ao contratarem sua proteção securitária”, pontuou Fabiana.

Para mulheres que desejam entrar no mercado de Seguros, a Vice-Presidente deixou o seguinte conselho: “Aprenda a lidar com as adversidades e nunca se sinta intimidada por algum profissional do sexo oposto. Na minha opinião esta questão não faz nenhuma diferença para o seu desenvolvimento e performance profissional”, recomenda.



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Por Seguro PASI 7 de julho de 2026
A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1.  Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1
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