PASI, 30 anos amparando vidas
28 de agosto de 2019
PASI, 30 anos amparando vidas
PASI, 30 anos amparando vidas
Proporcionar proteção a milhares de brasileiros. Este é o propósito do Seguro PASI (Plano de Amparo Social Imediato) que neste ano completa 30 anos de trajetória. Há três décadas, o PASI criou um mercado que vem gerando a inclusão de trabalhadores e suas famílias que antes não tinham acesso a um seguro de vida. Essa transformação social só é possível através de importantes parcerias firmadas com corretores, empresas e entidades de classe que engajam constantemente para a construção dessa história.
Pioneiro e inovador – criado pelo empreendedor Alaor Silva Junior -, o PASI é o seguro de vida em grupo mais conhecido e recomendado do seu segmento de atuação. Aceito em âmbito nacional, este seguro protege os trabalhadores ativos legalizados, os trabalhadores em regime de trabalho temporário, e os terceirizados. Atende empresas de todos os setores.
Os produtos são estruturados conforme as necessidades das empresas e entidades de classe, sempre com foco em atender as demandas dos trabalhadores da categoria. Os principais produtos são para atender as exigências das Convenções Coletivas de Trabalho, Seguro para Estagiários de qualquer categoria e o Agrovida, voltado para o trabalhador do campo. A distribuição é feita através do corretor de seguros.
Com matriz em Belo Horizonte, o PASI possui filiais em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Recife e Porto Alegre.

Corretores de Seguros e PASI, uma forte conexão
O corretor é a conexão entre a seguradora e o cliente em todos os momentos, desde a escolha do seguro ideal às suas necessidades e expectativas, até a ocorrência de um sinistro, que é um momento delicado para o segurado.
“O trabalho do profissional corretor ou pelas empresas corretoras é indispensável e proporciona maior segurança e confiança ao cliente”.A atividade do corretor de seguros é de extrema relevância para o PASI. Em sua trajetória, o Clube de Seguros PASI consolidou a parceria com esses profissionais ao disponibilizar produtos e suporte para que os corretores prestem a orientação adequada aos seus clientes, por meio de atendimento especializado e treinamentos constantes. Essa estrutura colabora que os corretores exerçam sua função e atuem na vanguarda das necessidades dos clientes, uma vez que cultivam uma relação próxima ao segurado.
“O corretor é um agente facilitador, pois conhece as burocracias e as particularidades de cada seguradora, assessora o cliente a reunir toda a documentação necessária e preencher os formulários de forma rápida”.
“A voz do cliente na seguradora é o corretor. Na maioria das vezes há a necessidade ou questões que precisam de melhorias e a seguradora não percebe, porque não está no dia a dia com o cliente. O corretor, em suas visitas, leva todas as demandas para a seguradora, transmitindo os anseios e desejos dos clientes”.
“O corretor é a peça chave para o desenvolvimento de novos produtos. Às vezes, o produto é muito bom e consolidado, mas as ferramentas, a tecnologia, gestão e contratação precisam ser aprimoradas. Esse feddback que o corretor leva com a visão do cliente é muito válido para aprimorarmos nossos processos, serviços e produtos” Fabiana Resende, diretora executiva do Seguro PASI.
Muitas novidades implantadas. Outras virão
Os 30 anos de plena vigência permitem ao PASI criar modelos e indicadores que ajudam a inovar em produtos e coberturas
O Portal do Seguro PASI está em constante evolução, com o objetivo de dar mais autonomia aos clientes e corretores. Recentemente foi ampliada a Cotação Express e liberado o faturamento online, onde os clientes podem emitir suas cobranças assim que fazem a atualização das vidas seguradas.
Em poucos meses, o PASI tem percebido um aumento significativo dos clientes que utilizam dessa facilidade. Também foi implantado o acompanhamento de processos de Sinistros e Benefícios pelo Portal. Com essa ferramenta, os clientes e corretores acompanham o processo de regulação e resolvem de forma online as possíveis pendências de documentação encontradas durante a análise.
Como surgiu a necessidade desta solução? O uso do Portal foi monitorado e ocorreu o acompanhamento das ferramentas de interação com os clientes e corretores. Através disso, percebeuse as demandas mais relevantes. Assim, são realizadas entregas gradativas, sempre com o objetivo de disponibilizar mais informações, dar mais autonomia e simplificar a experiência com o PASI.
Essa inovação facilita a estratégia do corretor de seguros. A Cotação Express representa uma alternativa clara de melhoria de performance para o corretor, já que hoje centenas de modelos de propostas de convenções coletivas já estão disponíveis para serem cotadas de forma imediata. Em se tratando do Faturamento Online e do Acompanhamento de Sinistros, ambos permitem que o corretor apresente para os clientes ferramentas de gestão e acompanhamento do seu seguro.
Dessa forma, o cliente resolve suas pendências do dia-a-dia diretamente no Portal, acionando o corretor somente para demandas mais relevantes. É tempo livre para o corretor gerenciar sua Carteira e buscar novos negócios.
Atualmente mais de 50% das cotações emitidas pelo PASI já são feitas pela Cotação Express, com índice de fechamento de uma em cada quatro propostas emitidas automaticamente. Em poucos meses de operação, um quarto das cobranças já são emitidas em temporeal pelos clientes e corretores.
O acompanhamento de Sinistros pelo Portal trouxe mais agilidade no processo de análise, uma vez que o cliente faz o upload dos documentos pendentes e imediatamente esse documento já fica disponível para os analistas direto no sistema.
Virão muitas novidades! Novos produtos, como o Seguro Estagiários (ver matéria) e o aplicativo, em fase de testes. O PASI também investe em Ciência de Dados e Machine Learning.
O cliente resolve suas pendências do dia-a-dia diretamente no Portal, acionando o corretor somente para demandas mais relevantes. É tempo livre para o corretor gerenciar sua carteira e buscar novos negócios.
A contratação do Seguro Estagiários 100% online
Voltado para qualquer tipo de empresa, que possui em sua equipe, jovens estudantes iniciando suas carreiras profissionais, o PASI lançou em seu portifólio de produtos um seguro de acidentes pessoais exclusivo para os estagiários.
A obrigatoriedade por parte das empresas para a contratação de um seguro está prevista na Lei 11.788, Art. 9º, Inciso IV, de setembro de 2008, que além de trazer benefícios para o estudante, deixa a empresa em conformidade com a legislação.
O Seguro Estagiários PASI além de oferecer as coberturas básicas exigidas pela legislação possui grandesdiferenciais ao disponibilizar a cobertura da Diária de Incapacidade Temporária por Acidente, a Assistência Funeral em caso de Morte e mais três outras assistências: social, psicológica e nutricional, que proporcionam ao gestor apoio na condução de seu trabalho e ao estagiário amparo e ajuda na resolução de problemas de ordem pessoal, familiar e profissional, prestando apoio nas mais diversas situações ocorridas no dia a dia, sendo prestado por psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
De forma simples e rápida, a contratação do seguro é feita online com total segurança através dos corretores PASI cadastrados. Com apenas três passos o seguro é contratado. Basta cadastrar a empresa, incluir os dados do estagiário e selecionar o plano do seguro desejado. Concluído o cadastro, o corretor receberá um e-mail com os documentos do seguro e o boleto para pagamento. Garantido pela Metlife, a contratação do Seguro Estagiários PASI possui um custo muito acessível, com planos a partir de R$ 3,04 por mês; estagiários e empresas estarão amparados e protegidos com capitais que podem variar de 20 a 50 mil reais em contratos de 3 a 24 meses.
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A partir de 26 de maio de 2026 , a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego começou a verificar ativamente o cumprimento das obrigações psicossociais previstas na NR-1. Mais do que evitar penalidades, o que garante a conformidade da sua empresa é ter um processo estruturado: diagnóstico atualizado, inventário de riscos documentado e plano de ação em dia, tudo dentro das exigências técnicas da norma. É esse processo contínuo que resguarda a empresa e comprova, a qualquer momento, que ela está em dia com a NR-1. Este guia foi desenvolvido para que gestores de RH, profissionais de SST e empresários entendam, passo a passo, o que a norma exige, o que precisa ser feito e como organizar a adequação de forma prática e sustentável. Quer pular direto para a solução? Conheça o PASI NR-1 e veja como sua empresa pode se adequar de forma simples → O que são os riscos psicossociais segundo a NR-1? Os riscos psicossociais são fatores relacionados à organização do trabalho que podem causar danos à saúde mental e física dos trabalhadores. Eles estão na forma como o trabalho é estruturado, distribuído e gerenciado. A Portaria MTE nº 1.419/2024, que atualizou a NR-1, tornou obrigatória a inclusão desses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de todas as empresas com trabalhadores contratados pela CLT. Isso significa que saúde mental passou a ter o mesmo peso legal que riscos físicos, químicos e biológicos. Entre os principais fatores de risco psicossocial reconhecidos pela norma estão: · Sobrecarga e ritmo excessivo de trabalho · Pressão desproporcional por desempenho e metas · Ambientes com comunicação ineficiente ou opaca · Situações de assédio moral ou sexual · Falta de suporte da liderança e da organização · Processos de trabalho mal definidos ou contraditórios · Ausência de autonomia e reconhecimento profissional Dado de contexto: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Por que sua empresa precisa agir agora? Antes das mudanças, a saúde mental no ambiente corporativo era tratada como tema de bem-estar ou benefício. A atualização da NR-1 mudou completamente esse cenário: o que antes era boas práticas tornou-se obrigação legal . Ter esse processo estruturado e sempre atualizado é o que garante que sua empresa esteja de fato em conformidade com a norma. Sem ele, a organização fica exposta a: · Ações trabalhistas por doenças ocupacionais, burnout e adoecimento mental · Responsabilidade civil e criminal da empresa e de seus gestores · Perda de reputação junto a colaboradores, clientes e investidores · Autuações e multas em eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho Por isso, o foco deve estar em consolidar esse processo dentro da empresa — diagnóstico, inventário e plano de ação sempre atualizados — para que a conformidade seja natural e contínua, e não uma correção de última hora. Qual empresa é obrigada a se adequar? Toda organização com trabalhadores CLT precisa gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais . Isso vale para empresas de qualquer porte, setor e grau de risco. A distinção que existe na NR-1 diz respeito à obrigatoriedade de elaborar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) como documento formal. Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) classificadas nos graus de risco 1 ou 2 podem ser dispensadas dessa documentação desde que não haja exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos e façam a declaração formal no sistema da Inspeção do Trabalho. No entanto, mesmo dispensadas do PGR, essas empresas continuam obrigadas a : · Identificar e avaliar os riscos ocupacionais (incluindo psicossociais) · Adotar medidas de controle e prevenção · Informar formalmente os trabalhadores sobre os riscos · Realizar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) , que é obrigatória para 100% das organizações Para o MEI que contrata serviços de terceiros: a empresa contratante assume a responsabilidade pela gestão dos riscos das atividades realizadas em suas dependências. O que é o GRO e como ele se estrutura? O GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o processo pelo qual a empresa identifica, avalia, controla e monitora todos os riscos presentes no ambiente de trabalho. Os riscos psicossociais são parte obrigatória e integrada desse processo, não um programa separado. O GRO segue a lógica do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) e se organiza em quatro fases contínuas: 1. Levantamento e diagnóstico : identificação de perigos e avaliação de riscos 2. Registro e inventário : documentação estruturada dos riscos encontrados 3. Plano de ação : definição de medidas preventivas com responsáveis e prazos 4. Monitoramento e revisão : acompanhamento da eficácia e atualização do ciclo A gestão dos fatores psicossociais deve ocorrer de forma integrada entre NR-1 e NR-17 (Ergonomia) . A NR-1 define o processo de gerenciamento; a NR-17 define os métodos e os requisitos ergonômicos, incluindo a análise da organização do trabalho e seus impactos sobre o trabalhador. Passo a passo: como adequar sua empresa à NR-1 psicossocial Passo 1 — Estabeleça os pressupostos estratégicos Antes de qualquer ação técnica, a alta direção precisa formalizar seu comprometimento. A NR-1 exige que a organização: · Defina uma Política de SST com princípios e objetivos claros, assinada pela liderança; · Delimite o escopo do GRO , garantindo que todos os tipos de risco sejam contemplados · Aloque recursos adequados — humanos, financeiros e operacionais — para a implementação · Estabeleça canais de comunicação estruturados entre todos os níveis hierárquicos Sem esse compromisso documentado no topo, qualquer processo de adequação será frágil perante uma fiscalização. Passo 2 — Aplique um instrumento de diagnóstico validado Para que a avaliação dos riscos psicossociais tenha validade técnica e jurídica, é necessário utilizar uma metodologia científica reconhecida . O instrumento mais indicado e adotado como referência no mercado brasileiro é o COPSOQ (Copenhagen Psychosocial Questionnaire) , desenvolvido na Dinamarca e validado em mais de 40 países. O COPSOQ avalia dimensões como: · Demandas cognitivas, emocionais e quantitativas do trabalho · Autonomia e controle sobre o trabalho · Suporte social de colegas e lideranças · Reconhecimento, confiança e justiça organizacional · Conflito trabalho-família e insegurança laboral O uso de questionários genéricos ou pesquisas de clima sem base científica não atende ao requisito normativo e não garante segurança jurídica. O diagnóstico precisa ser rastreável, metodologicamente fundamentado e produzir indicadores concretos para o GRO. Passo 3 — Construa o Inventário de Riscos Com os dados do diagnóstico em mãos, a organização deve registrar formalmente os riscos identificados no Inventário de Riscos Ocupacionais , componente central do PGR. O inventário não tem um modelo obrigatório, mas deve conter para cada risco identificado. A classificação do risco é decisiva para o próximo passo. A NR-1 define que, quanto maior o número de trabalhadores expostos, maior deve ser a prioridade de ação, independentemente do nível individual do risco. Passo 4 — Elabore o Plano de Ação O Plano de Ação é o coração operacional do PGR. Ele define o que será feito, por quem, em quanto tempo e como será verificado para cada risco identificado no inventário. Para riscos psicossociais, as medidas mais frequentes incluem: · Revisão da carga e distribuição de trabalho · Definição clara de papéis, responsabilidades e fluxos de comunicação · Capacitação de lideranças em gestão humanizada · Implantação de canais seguros de escuta e denúncia · Criação ou revisão de políticas anti-assédio · Programas de suporte emocional e apoio psicológico · Criação de espaços de feedback e participação Cada ação deve ter: responsável definido, prazo estabelecido, forma de acompanhamento e critério de avaliação de resultado. Passo 5 — Informe e engaje os trabalhadores A NR-1 é explícita: os trabalhadores têm direito a ser informados sobre os riscos presentes em suas atividades e sobre as medidas adotadas para controlá-los. Este é um requisito normativo com implicações em fiscalizações. Na prática, a organização deve: · Comunicar os resultados do diagnóstico de forma acessível (sem expor dados individuais) · Explicar as medidas do Plano de Ação e os prazos previstos · Registrar formalmente que essa comunicação foi realizada · Criar canais contínuos de participação dos trabalhadores no processo A participação ativa dos colaboradores, além de ser um requisito legal, é também um fator de eficácia: medidas construídas com quem vive os riscos tendem a ser mais aderentes e mais efetivas. Passo 6 — Monitore, revise e mantenha o ciclo ativo O GRO não é um projeto com início, meio e fim; é um processo contínuo . A NR-1 exige que a organização mantenha o ciclo de melhoria contínua ativo, revisando periodicamente o diagnóstico e o Plano de Ação. O monitoramento deve garantir: · Execução das ações previstas no plano · Verificação de eficácia · Atualização do inventário quando há mudanças nas condições de trabalho · Geração de evidências formais para auditorias e fiscalizações A recomendação técnica para riscos psicossociais é realizar ciclos de revisão a cada 3 a 6 meses , especialmente em ambientes de alta rotatividade, mudanças organizacionais frequentes ou setores com maior exposição a pressão e instabilidade. Se o monitoramento indicar que as medidas são insuficientes, inadequadas ou ineficazes, a organização deve retornar à fase de avaliação e revisar o processo, mantendo registros de tudo. Atenção especial: empresas com trabalhadores terceirizados Para organizações que contratam serviços de terceiros, a NR-1 estabelece obrigações adicionais. A empresa contratante é responsável por coordenar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de controle que envolvam suas contratadas, especialmente quando as atividades se cruzam no mesmo ambiente. Receber o PGR da empresa contratada não é suficiente. A contratante tem o dever ativo de acompanhar a implementação das medidas previstas e garantir que os riscos de interação entre as partes sejam mapeados e controlados conjuntamente. Como a tecnologia pode e deve apoiar esse processo Gerenciar riscos psicossociais de forma manual, com planilhas dispersas e processos desconectados, é tecnicamente viável mas operacionalmente ineficiente e juridicamente arriscado. A ausência de rastreabilidade e de evidências formais é um dos principais pontos de vulnerabilidade em fiscalizações. Plataformas especializadas, como o PASI NR-1 , foram desenvolvidas exatamente para resolver esse problema. Integradas ao ciclo GRO, essas soluções permitem: · Aplicação automatizada de pesquisa científica validada (COPSOQ II) com anonimato garantido · Geração automática de diagnóstico com indicadores e score por setor e função · Criação de Plano de Ação com checklist, responsáveis e prazos integrados · Dashboard executivo em tempo real com evolução de riscos e indicadores estratégicos · Documentação oficial para PGR com trilha de auditoria e conformidade com a LGPD · Suporte direto ao colaborador via canal de escuta confidencial O resultado é um processo que simplifica a vida do RH, garante segurança jurídica e transforma dados de saúde mental em inteligência para tomada de decisão, não apenas em documentos de compliance. Conclusão Adequar sua empresa às normas psicossociais da NR-1 é a construção de uma capacidade organizacional permanente de cuidar das pessoas que fazem a empresa funcionar. Empresas que entendem isso saem na frente: não apenas evitam passivos, mas também reduzem absenteísmo, aumentam produtividade e constroem uma cultura que atrai e retém talentos. O PASI NR-1 foi desenvolvido para apoiar sua empresa em cada etapa desse processo . Tudo integrado, rastreável e em conformidade com a LGPD. Entre em contato e saiba mais sobre o PASI NR-1. Este artigo tem caráter informativo e orientativo. Em caso de divergência de interpretação, prevalece sempre o conteúdo oficial da Norma Regulamentadora nº 1 e demais legislações vigentes. Fontes: Portaria MTE nº 1.419/2024 | NR-1 atualizada 2024 | NR-17 (Ergonomia) | COPSOQ II | OMS | PASI Cartilha Técnica NR-1

O Seguro PASI acaba de lançar o PASI FARMA , um novo benefício que permite aos segurados a compra de medicamentos genéricos pelo preço de custo, sem precisar sair de casa, com pedido feito diretamente pelo WhatsApp. O produto chega para endereçar um problema estrutural do mercado brasileiro: o Brasil é o 2º maior país do mundo em gastos com medicamentos , segundo o Ministério da Saúde, e 7 em cada 10 brasileiros dependem de algum tipo de medicação. Para quem faz uso contínuo de remédios, o custo mensal com farmácia é uma das despesas fixas mais pesadas no orçamento familiar. O que é o PASI FARMA ? O PASI FARMA não é um programa de descontos. É um benefício que repassa ao segurado o preço de custo do medicamento, ou seja, o valor real de aquisição, sem a margem que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo. A diferença é que enquanto programas de desconto reduzem percentualmente o preço de tabela, o PASI FARMA parte de uma base de custo completamente diferente. Na prática, isso significa que alguns medicamentos chegam a custar mais de dez vezes menos do que em farmácias convencionais. Mais um produto do ecossistema do Seguro PASI, voltado especificamente para medicamentos, suplementos e vitaminas, operada com foco em três pilares: economia, tranquilidade e segurança. Os preços são consultados em tempo real no ato de cada pedido, o segurado poderá comparar com os preços de mercado para ver exatamente o quanto economizou.

No dia 10 de junho, o PASI marcou presença no simpósio do CSP-MG (Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais), em Belo Horizonte, que discutiu o tema “Como aumentar a proteção da sociedade”. Representando a companhia, Marcelo Reis, Head de Negócios Estratégicos, trouxe reflexões importantes sobre o papel do seguro na vida das pessoas. Durante sua participação, Marcelo destacou a necessidade de tornar o seguro mais acessível e conectado às reais necessidades da população, reforçando que a proteção deve ir além do momento do sinistro. O executivo também apresentou iniciativas do PASI que contribuem para democratizar o acesso ao seguro de pessoas, especialmente entre trabalhadores e suas famílias. Um exemplo é a atuação da Central de Amparo PASI, que já realizou mais de 1.500 atendimentos em 2026, incluindo apoio psicológico, nutricional e fitness.

O Seguro PASI e o Sinduscon-MG (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais) renovaram uma das mais longevas e relevantes parcerias entre o mercado segurador e o setor da construção civil brasileira. A aliança, que já possui 37 anos, foi formalmente renovada durante reunião realizada na sede do PASI, reunindo representantes da alta liderança das duas instituições e reafirmando um compromisso construído ao longo de mais de três décadas. A história dessa parceria remonta a um período de importantes transformações econômicas e sociais no Brasil. A entidade, reconhecida por sua atuação em defesa do desenvolvimento da construção civil mineira e o PASI, pioneiro na proteção social e na criação de soluções securitárias no Brasil, tiveram papel fundamental na construção do modelo que uniria proteção financeira, benefícios sociais e responsabilidade empresarial. A partir dessa iniciativa, a proteção securitária passou a integrar a realidade da construção civil, criando um marco para o setor e para o país, sendo oficialmente a primeira entidade a instituir a cláusula de Seguro de Vida em Convenção Coletiva de Trabalho. O modelo desenvolvido em Minas Gerais tornou-se referência nacional, demonstrando que era possível ampliar o acesso ao seguro de vida de forma sustentável, beneficiando trabalhadores, empregadores e suas famílias.



